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:: 2/set/2020 . 19:39

Secretaria do Meio Ambiente oferta 1,8 mil vagas para cursos gratuitos

A crise sanitária da pandemia do novo coronavírus revela ainda mais a emergência de aprofundamento dos temas sobre meio ambiente. Por isso, há a necessidade de processos formativos que possibilitem a sensibilização em favor do planeta Terra e das futuras gerações. Preocupada com processos de formação continuada e qualificação permanente, a Secretaria do Meio Ambiente (Sema) oferece 1,8 mil novas vagas para seis cursos na área ambiental. Os interessados devem se inscrever até o dia 12 de setembro, neste link.
A Sema disponibiliza cursos livres na modalidade EaD desde 2003, por meio do Programa de Formação em Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Formar). Em 2020, a plataforma digital do Formar já ofertou mais de 1,7 mil vagas. Os novos cursos são nas áreas de Gestão Pública das Águas (60 horas), Licenciamento Ambiental (60 horas), Fiscalização Ambiental (60 horas), Compensação Ambiental (60 horas), Avaliação Integrada de Impactos socioambientais (60 horas) e Planejamento e Gestão Participativa de Unidades de Conservação (20 horas).
Os cursos livres serão realizados entre 8 de setembro e 18 de outubro. Os participantes poderão ter acesso ao conteúdo pelo computador ou dispositivo móvel. Os critérios de avaliação devem ser conferidos no site.
Formar 
O programa tem como objetivo a promoção da formação continuada dos agentes públicos, servidores, técnicos, gestores, membros de órgãos colegiados e demais representantes da sociedade civil com atuação na área ambiental e que integram o Sistema Estadual de Meio Ambiente (Sisema) e o Sistema Estadual de Gerenciamento de Recursos Hídricos (Segreh), contribuindo para o cumprimento das diretrizes estratégicas da Sema e do Inema no Estado.

Saúde: Cura espontânea do HIV é identificada em paciente de 66 anos

Créditos: CNN Brasil

Apesar da cura para o HIV ainda ser um dos grandes desafios para a comunidade médica mundial, pesquisadores do Ragon Institute identificaram um paciente de 66 anos que teria se curado da doença espontaneamente, removendo todos os genomas do vírus de seu corpo em uma circunstância rara.

O estudo foi realizado por pesquisadores do Hospital Geral de Massachussetts, Massachusetts Institute of Technology (MIT) e Universidade de Harvard e publicado na revista científica Nature em 26 de agosto. O objetivo dos cientistas era analisar a carga viral do HIV no organismo de pacientes soropositivos.

Os pesquisadores sequenciaram bilhões de células de 64 pessoas chamadas de “controladores de elite” – expressão utilizada para descrever indivíduos que, mesmo com a doença, são capazes de suprimir a multiplicação do vírus sem a necessidade de medicação.

Nesses casos, o vírus do HIV é espontaneamente ‘bloqueado’ e não consegue se replicar em partes inativas do DNA humano.

Dentre os 64 casos analisados, o do paciente de 66 anos poderia ser o primeiro da história a se curar da doença sem a realização de transplante de medula óssea.

Segundo Xu Yu, uma das pesquisadoras do Ragon Institute, esse posicionamento de genomas virais em controladores de elite “é altamente atípico”, uma vez que, na maioria dos soropositivos, o vírus está localizado nos genes humanos ativos. Neles, os invasores podem se reproduzir facilmente.

Nesse contexto, é necessária a administração de antirretrovirais, medicamento que impede a multiplicação do vírus. Caso o paciente interrompa o tratamento, o invasor volta a se replicar nas células do hospedeiro.

O HIV afeta mais de 35 milhões de pessoas em todo o mundo e pode ser efetivamente controlado com um regime diário desses medicamentos, mas não curado. Desde 2010, a mortalidade relacionada à Aids caiu 33%, muito pela evolução do tratamento antirretroviral e sua maior acessibilidade.

A partir da publicação do Regon Institute, o desafio dos cientistas passa a ser a descoberta de um mecanismo para ativar uma imunidade semelhante à dos controladores de elite. Consequentemente, o hospedeiro será capaz de eliminar reservas virais com potencial de replicação, alcançando então uma cura funcional da doença.











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