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:: ‘PSL’

Ilhéus: Partidos PSB, PSD, PSL, PODEMOS e PV emitem nota contra o presidente da Câmara

NOTA PÚBLICA

Os Partidos abaixo subscritos, quais sejam PSB PSD, PSL, PODEMOS e PV, receberam com estranheza a posição unilateral do presidente da Câmara de Vereadores de Ilhéus, que devolveu Projeto de Lei que trata de condições orçamentárias do município, podendo levar a uma paralisação do funcionamento da gestão pública.

No momento em que a cidade de Ilhéus caminha a passos largos em um processo de desenvolvimento econômico e social com geração de empregos para combater as desigualdades, com melhora do ambiente de negócios, com largos investimentos na cidade de natureza pública e privada e, sobretudo, em um momento gravoso de uma crise sanitária que exige de todos nós firmeza para combater este vírus que tanto infelicita a vida das famílias, os Partidos pugnam pela necessidade das lideranças políticas ilheenses possam exercitar de maneira equilibrada o processo de diálogo em torno dos desafios do nosso município.

Entendemos que o Parlamento como expressão plural da sociedade e o Executivo têm responsabilidades distintas, porém se complementam no esforço de desenvolvimento da cidade, respeitada a autonomia dos poderes, por óbvio, considerando a necessária, a premente articulação entre ambos para o bem dos cidadãos.

Neste sentido, os Partidos, via seus vereadores, encarece ao presidente do Poder Legislativo que tenhamos temperança política, sentido de responsabilidade com os destinos da cidade para que o Projeto possa, efetivamente, tramitar no âmbito da Câmara de Vereadores, evitando um colapso no financiamento da saúde e à vida dos cidadãos ilheenses.

Alfim, esperamos e desejamos que pelo diálogo construamos o entendimento necessário para que Ilhéus continue nos trilhos do desenvolvimento.

Ilhéus, 03 de junho de 2021.

PSB, PSD, PSL, PODEMOS e PV

Política: Estrategistas de Bolsonaro 2022 veem atraso em cronograma; a preferência será pelo PSL

Entre o núcleo mais próximo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) a opinião é unânime: ele já passou da hora de definir de uma vez à qual legenda irá se filiar. Segundo fontes que estarão na linha de frente da campanha presidencial à reeleição em 2022, o cronograma desenhado para as movimentações partidárias já está todo atrasado em no mínimo quatro meses.

A corrida contra o tempo se dá porque, em pleno abril de 2021, o plano era já ter o controle de diretórios estaduais do partido e estar a todo vapor na busca por lideranças regionais com potencial para serem candidatas aos postos de governador, deputado estadual e federal, formando uma rede robusta de palanques para a reeleição de Bolsonaro.

A preferência é pelo PSL, partido pelo qual foi eleito em 2020. Mas, para que possa voltar, ele exige a expulsão de alguns ex-aliados que se tornaram críticos ao seu governo, como Joice Hasselmann (SP) , Julian Lemos (PB) e Junior Bozzella (SP). E mais: quer também o controle de diretórios estaduais estratégicos, como São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo.

Mas por que Bolsonaro prefere o PSL, legenda que continua sendo presidida pelo deputado Luciano Bivar (PE), seu atual desafeto (com chances de voltar a ser afeto)? São vários os motivos. Pragmaticamente, o principal deles é que o Partido Social Liberal era um nanico quando abrigou o então candidato Bolsonaro e se tornou, graças a ele, hoje a maior bancada da Câmara de Deputados, com 53 parlamentares. Isso significa mais tempo de rádio e de televisão para veicular propaganda partidária; mais dinheiro para produzir toda essa publicidade e bancar viagens pelo Brasil; além de dispor de maior capilaridade, tendo congressistas pedindo votos ao presidente em vários cantos do país.

Conceitualmente, aqui vale invocar uma frase atribuída Ulysses Guimarães, ex-presidente da Assembleia Constituinte, e repetida à exaustão em Brasília: política não se faz com o fígado. Se para conquistar nova vitória for preciso esquecer as brigas do passado, Bolsonaro está disposto a conceder o seu perdão.

Mas por que Bolsonaro busca por todo esse aparato se em 2018 ele foi vencedor sem tempo, sem dinheiro, sem marqueteiro estrelado, sem bancada, sem nada? A principal razão tem nome e sobrenome: Luiz Inácio Lula da Silva. A missão de Bolsonaro, além de mostrar os feitos de seu próprio governo, será refrescar a memória dos brasileiros que o ex-presidente Lula e o PT estiveram mergulhados em denúncias cabeludas de corrupção. Seja Lula candidato ou não.

Caso não consiga fechar com PSL, veja quais são as principais opções hoje:

Partido da Mulher Brasileira (PMB)

Não há nenhuma resistência de Jair Bolsonaro quanto ao nome da legenda, que inclusive poderia até ser alterada, mas é considerada pequena em termos de estrutura, tempo e dinheiro e o colocaria em condição de desvantagem em relação ao PT, que deve ser seu principal adversário na eleição do ano que vem.

PTB

Embora atraente, há sempre a dúvida sobre a verdadeira autonomia que Bolsonaro teria sobre o comando do partido, que já tem dono e se chama Roberto Jefferson, ex-deputado federal e o primeiro parlamentar a denunciar o mensalão do PT. Jefferson foi condenado pela Justiça por crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Patriota

É considerado pelos estrategistas de Bolsonaro como um meio-termo: tem seis deputados federais, teve parte de suas linhas ideológicas desenhadas por bolsonaristas, possui estrutura pequena, mas não minúscula e, apostam, poderia garantir independência para Bolsonaro dar as coordenadas frente à legenda, inclusive regionalmente.

POLÍTICA: Bolsonaro desmente revista e nega saída do PSL

O presidente Jair Bolsonaro negou sua saída do PSL, após a notícia ser divulgada  por alguns veículos de imprensa. Em entrevista ao site O Antagonista, ele assumiu que não está satisfeito com o partido, que atualmente é comandado por Luciano Bivar , e que não quer esvaziar o partido.

“O que faço é uma reclamação do bem”, disse.

Bolsonaro também explicou, durante esta quarta-feira (9), o motivo de ter exposto o presidente nacional do PSL. Segundo ele, Bivar ‘está por baixo’.

“O rapaz falou que era candidato a vereador. Se começar a vincular nome a partido, à minha imagem, pode ter problema de campanha antecipada. Ninguém tem que se antecipar como candidato, cria ciúmes. Quando falei que ele (Bivar) estava queimado, é que ele não está bem no estado dele”, declarou.

POLÍTICA: Campanha do PSL baiano promove filiações

POR: VN

O Partido Social Liberal (PSL) promoveu neste sábado (17) uma grande campanha para a admissão de novos filiados. Na Bahia, o evento para ingressar na sigla foi realizado no Fiesta Bahia Hotel. Estiverem presentes a deputada federal e presidente do partido no estado, Dayane Pimentel, além do seu marido e secretário do Trabalho, Esportes e Lazer (Semtel) de Salvador, Alberto Pimentel e os deputados estaduais Capitão Alden e Pastor Tom.

Segundo maior partido na Câmara dos Deputados, o PSL ainda tem grande resistência no Nordeste. Segundo levantamento feito pelo jornal Estadão, dos 151 deputados federais que representam as região, o partido tem apenas cinco, o equivalente a 3,3,% do total daqueles parlamentares – em todo o país, são 513 -, sem ter conquistado sequer um senador ou governador nos nove Estados.

POLÍTICA: Com fundo partidário de meio bilhão de reais, PSL aposta em capitais nas eleições de 2020

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL-RJ) e o fundador do PSL, Luciano Bivar

O PSL vai concentrar os recursos dos fundos eleitoral e partidário na disputa a prefeituras em capitais e municípios com importância regional ou com mais de 500 mil habitantes. O partido do presidente Jair Bolsonaro é, ao lado do PT, o que mais vai ter dinheiro público para gastar nas eleições municipais do ano que vem. A previsão é de que a legenda tenha meio bilhão de reais e ambiciona, com isso, conquistar pelo menos dez grandes cidades, segundo o presidente do partido, deputado Luciano Bivar (PE).

Apesar de ter o posto mais alto da República e a segunda maior bancada da Câmara, o PSL ainda é “nanico” no País. Das 5.464 cidades que tiveram disputas nas eleições passadas, a legenda ganhou apenas 30. A maior é São João del-Rei (MG), que tem menos de 100 mil habitantes. “Não podemos achar que vamos ganhar em todos os lugares só porque o presidente vai estar na foto. Ele vai ser fundamental, mas temos que ter uma estratégia”, afirmou Bivar.

As duas maiores capitais, São Paulo e Rio, estão entre as prioridades da legenda e devem receber a maior fatia do bolo. Os demais gastos serão decididos em pesquisas locais e entre deputados e senadores do PSL.

O maior desafio será expandir o PSL pelo Nordeste, na avaliação de Bivar. O partido quer conquistar pelo menos uma capital na região e uma cidade importante do interior de PernambucoCeará ou Bahia. “Para diminuir o poder da esquerda”, afirmou ele ao Estado.

Em uma reunião a portas fechadas na semana passada, Bivar ofereceu a Bolsonaro voz mais ativa na indicação de dirigentes do partido nos Estados e de nomes para disputas locais.

O dirigente não ouviu do presidente nem que sim nem que não. Apenas conseguiu a promessa de que ele gravará um vídeo para ser divulgado no dia 17 convidando interessados a se filiar ao PSL. A legenda espera aumentar de 362 mil para um milhão o número de filiados.

O partido já anunciou a intenção de priorizar candidaturas próprias no Rio e em São Paulo. Nos dois Estados, caberá aos filhos do presidente a escolha do candidato. O senador Flávio Bolsonaro comanda o diretório fluminense e já escolheu onde vai gastar os recursos. Serão nove candidaturas em municípios estratégicos do interior e da região metropolitana, além da capital, onde o deputado estadual Rodrigo Amorim vai concorrer. Amorim ficou conhecido por destruir uma placa em homenagem à vereadora Marielle Franco (PSOL), assassinada no ano passado.

Em São Paulo, o diretório é comandado pelo deputado Eduardo Bolsonaro, que não decidiu o nome para a disputa da capital. A deputada Joice Hasselmann, líder do governo no Congresso, é cotada, mas está longe de ser consenso. Dois empecilhos estão no seu caminho. O primeiro seria o senador Major Olímpio, que quer fazer um nome seu no comando da capital. O segundo, mais complicado, seria o próprio filho do presidente.

Indicado ao cargo de embaixador do Brasil nos EUA, Eduardo quer deixar o deputado estadual Gil Diniz no comando da legenda em São Paulo. Gil já se mostrou publicamente contrário ao nome de Joice. O grupo político de Eduardo gostaria de ter o apresentador de TV José Luiz Datena na disputa.

POR: TERRA





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