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Política: Secretário Fábio Jr. participa do ato de filiação de Léo Prates ao PDT

O secretário de Turismo de Ilhéus, Fábio Jr, esteve presente no evento de filiação do secretário de Saúde de Salvador, deputado estadual licenciado, Léo Prates, ao PDT.

Dentro do grupo DEM, antigo partido de Prates, o prefeito ACM Neto lançou o nome de Bruno Reis (DEM) para concorrer o executivo de Salvador, como Léo também pretende sair candidato a Prefeito, resolveu deixar o partido e se filiar ao PDT.

O ato ocorreu no auditório da União dos Municípios da Bahia (UPB), no Centro Administrativo da Bahia (CAB), na manhã desta terça-feira, 11.

Logo após o evento, o secretário Fábio Jr. cumpriu sua agenda na capital baiana onde esteve reunido com a Bahiatursa.

ILHÉUS: PDT realiza convenção e anuncia seu candidato a prefeito

Aconteceu na noite dessa sexta-feira (24), a convenção do partido PDT onde foi anunciado o nome do Dr. Cosme Araújo como pré candidato a prefeito da cidade de Ilhéus.

O evento foi realizado no auditório da  Associação Desportiva 19 de Março, e contou com a presença de diversos partidos, entre eles: PSB, PP e PT.

Confira a reportagem feita pelo O Vermelhinho:

 

POLÍTICA: Justiça afasta Prefeita que deixava o marido governar

 

A Justiça atendeu pedido do Ministério Público (MP) de São Paulo e determinou o afastamento da prefeitura de Araçariguama, Lili Aymar (PDT), pelo prazo de seis meses. A Promotoria alega que as funções na chefia do Executivo eram exercidas, de fato, pelo marido dela, o ex-prefeito Carlos Aymar, preso desde o último dia 14, após ser flagrado cobrando propina para autorizar um empreendimento habitacional na cidade do interior paulista.

O vice João Batista Correia Junior, o Joca, do MDB, assumiu a prefeitura na manhã desta segunda-feira (21). A defesa da prefeita afastada informou que vai entrar com recurso.

De acordo com o MP, Carlos Aymar já foi condenado em outra ação por improbidade administrativa, ficando inelegível até 2030. Impossibilitado de concorrer à prefeitura, ele teria lançado a própria mulher. Após a eleição, no entanto, era ele quem desempenhava a função de administrar a cidade, diz o MP. Vereadores relataram que, em reuniões com a prefeitura, era Carlos quem tratava dos assuntos municipais. Postagens dele próprio em redes sociais mostraram o ex-prefeito em inaugurações compromissos oficiais e viagens à Brasília, em busca de recursos para o município.

 

Ainda segundo a denúncia, quando foi flagrado recebendo R$ 14 mil como sinal de um pagamento de R$ 2 milhões que exigia para autorizar o empreendimento, Carlos Aymar ocupava uma sala no interior da prefeitura, mesmo sem ter qualquer vínculo oficial com a administração. Ele e o então secretário de governo, Israel Pereira da Silva, negociavam diretamente com uma empresária o pagamento da propina. Israel também foi preso.

Lili e o ex-prefeito são alvos de ação por improbidade administrativa. Os promotores pedem a condenação de ambos e que sejam compelidos a reparar os prejuízos causados ao erário. Ela já havia sido afastada pela Câmara em fevereiro deste ano, por suposto uso irregular de verbas públicas, mas voltou após conseguir liminar na Justiça. A defesa da prefeita afastada informou que entrará com recurso para que volte ao cargo, já que o afastamento, na sua opinião, não se justifica. Os defensores de Carlos Aymar e do ex-secretário, que se dizem inocentes, também tentam reverter as prisões deles, através de recursos na Justiça.

 

 

POLÍTICA: Tabata diz que vai à Justiça pedir mandato: “PDT deixou de ser meu partido”

UOL

A deputada federal Tabata Amaral (PDT-SP) disse em entrevista ao Roda Viva, da TV Cultura, de hoje que não há mais espaço para ela no PDT, mas ainda não sabe qual o seu destino na política. Para ela, a “lógica eleitoreira que prevaleceu no PDT” durante o voto da reforma da Previdência e as críticas públicas às suas posições por parte do partido fizeram com que ela não se encaixasse mais na sigla. “Para mim, não há espaço mais para o PDT e, sobre a pergunta para onde vou, não tenho ideia ainda. Sei que duas coisas vão guiar a decisão: um partido que me dê espaço para defender minha visão do mundo, que entenda que ela é relevante, que fala do social mas também do desenvolvimento econômico, e que me dê liberdade para fazer o que eu estava fazendo no PDT.”

Tabata não vê ambiente para que ela siga no PDT, e revelou que vai à Justiça Eleitoral mover uma ação para pedir pelo seu mandato. Segundo a deputada, ela e outros seis políticos planejam todos tomar a mesma atitude, cada um com uma ação particular. “A gente vai entrar amanhã cedo com uma ação na Justiça Eleitoral pedindo mandato. E eu falo a gente porque tem três deputados do PDT, três do PSB. O PDT, quando decidiu nos suspender, disse que teria um prazo de dois meses para poder nos julgar. Isso faz 3 meses.”

“O PDT deixou de ser meu partido, hoje eu não atuo mais como vice-líder, os projetos que eu tinha foram cancelados, na câmara não consigo fazer nada que dependa do partido e preciso falar com outros. E passados esses dois meses, a gente enviou uma carta ao presidente [do PDT] Carlos Lupi pedindo o julgamento e nenhuma resposta. Passou um mês e eu tomei essa decisão.”

A deputada declarou ainda que foi leal com o partido, e que o PDT mentiu para ela. “Em nenhum momento eu fiz algo diferente do que faria. Antes da campanha, eu falei sempre da reforma da Previdência e ao longo do processo tem entrevista, artigo em que eu dizia para votar a reforma, e que nestes pontos eu não concordaria.”

“Ficou mais amena a regra para os professores, voltou a idade mínima para as mulheres, saiu o BPC, a aposentadoria rural… então tudo o que a gente queria saiu. Foi leal com o que eu disse e com o que o PDT disse que faria durante a campanha. E me entristece essa lógica eleitoreira de que, para poder marcar posição e se eleger, você mente e faz diferente do que disse que faria”, finalizou

Mudança depende de decisão da Justiça A legislação atual permite mudança de partido sem perda de mandato em três casos: mudança significativa no programa da sigla, grave discriminação política e pessoal, ou encaixe na janela partidária. Para Tabata, está claro que ela sofreu discriminação dentro do PDT. “Hoje, se a Justiça entender que houve perseguição política desproporcional, o que está evidenciado por infinitas falas e que gastaram muito tempo inventando mentiras sobre mim, eu quero fazer essa conversa com todos os partidos para entender onde há espaço para construir a boa política.”











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