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:: ‘Jair Bolsonaro’

CATÁSTROFE: ‘Pior ainda está por vir’, diz Bolsonaro sobre manchas de óleo

 

O volume de petróleo que chegou às praias do Nordeste e foi recolhido até agora representa apenas uma pequena quantidade do que foi derramado, “então, o pior ainda está por vir”. A declaração foi dada pelo presidente Jair Bolsonaro, durante entrevista veiculada na noite deste domingo (3) na TV Record. “Temos um anúncio de uma catástrofe ainda maior que está para acontecer por causa desse vazamento que, pelo que tudo parece, foi criminoso”, acrescentou.

O presidente comentou sobre a possibilidade de nem todo o óleo derramado chegar às praias brasileiras, “se bem que, as correntes, tudo indica, foram para a costa do Brasil” admitiu. “Ele pode ter passado pelo Brasil e retornado para costa africana e para outro local qualquer”, sugeriu. Bolsonaro reiterou que todos os indícios levam para o derramamento tenha sido feito pelo cargueiro grego, de forma criminosa. “Falta apenas bater o martelo”, disse.

Na semana passada, a Polícia Federal informou que a partir da localização da mancha inicial de petróleo cru, a aproximadamente 700 quilômetros da costa brasileira, foi possível identificar um único navio petroleiro de origem grega que navegou pela área suspeita entre os dias 28 e 29 de julho, datas em que se suspeita que o derramamento tenha ocorrido.

O presidente também disse que quando as manchas começaram a aparecer na praias da Paraíba, em 2 de setembro, ninguém imaginava o tamanho da catástrofe, mas Forças Armadas, Ibama, ICMBio, prefeituras e voluntários passaram a atuar na limpeza das praias.

“Conforme foram avolumando a quantidade de óleo, outras medidas foram tomadas”, disse o presidente, tentando rechaçar as críticas de que o governo demorou a tomar atitude para combater as manchas.

Mesmo com a identificação do possível navio que fez o derramento, um problema real tem preocupado prefeituras e voluntários que atuam na limpeza do litoral: não existe um consenso sobre o destino do material recolhido.

Óleo no quintal e até em hotel
As primeiras manchas pretas na praia de Barra dos Carvalhos, em Nilo Peçanha, logo levaram os nativos à areia, na noite de 24 de outubro, para uma operação de recolhimento. Na manhã seguinte, uma caçamba recebeu o resíduo e seguiu para o lixão da cidade. Naquele dia, 50 quilos de óleo foram jogados fora. Moradores e autoridades de cidades que tiveram situação de emergência decretada armazenam petróleo até em quintal e hotel e correm para conseguir locais adequados de armazenamento.

No quintal da casa de Félix Santos, espécie de administrador do povoado de Barra, na divisa com a praia de Pratigi, dois galões de tinta são improvisados como reservatórios de petróleo. Cada um tem capacidade para 36 quilos. Como ainda não há resolução sobre o destino do óleo, a casa onde Félix vive com a esposa e o filho foi a única opção. Um cobertor é utilizado como proteção do petróleo ao sol. O aquecimento do óleo pode levar à evaporação de compostos tóxicos.

“Eu estou tomando os cuidados cabíveis. Ninguém entra aqui a não ser gente de casa mesmo. Pior é fazer que nem no início, descartando até no lixão”, acredita.

No povoado, ainda não há depósito apropriado para receber o óleo recolhido. O uso do cobertor, por exemplo, não é o ideal, segundo a orientação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). O órgão recomenda que o petróleo seja guardado em sacos, forrados embaixo e em cima por lonas plásticas, para evitar o risco de contaminação. O óleo não pode ser colocado em lixo comum, como ocorreu em Barra dos Carvalhos.

O município de Nilo Peçanha, na região do Baixo-Sul da Bahia, é uma das 21 cidades que tiveram situação de emergência declarada pelo governo da Bahia, após o vazamento de petróleo nas praias. O CORREIO conversou com todas para entender os destinos do óleo que apareceu na Bahia no dia 1º de outubro, na Praia de Santo Antônio, em Mata de São João. Até a última sexta-feira (1º), foram 28 municípios atingidos e 400 toneladas recolhidas.

Dias depois, por exemplo, ainda há sacos de óleo à espera em praias. Na cidade de Una, também no litoral Sul baiano, sem qualquer lugar preparado para receber os resíduos retirados nas praias, o óleo precisou ser dividido entre o Hotel Transamérica Comandatuba, um dos mais luxuosos do estado, e na capota de um carro 4×4 de propriedade da prefeitura.

Petróleo nos galpões 
Hoje, na Bahia, são 21 municípios em situação de emergência. A primeira lista foi elaborada no dia 14 de outubro. No município de Cairu, onde estão as praias de Morro de São Paulo e Boipeba, em média 10 toneladas foram recolhidas. Nenhuma das regiões tinha depósito público capaz de armazenar tantas toneladas de petróleo cru. Desde então, o armazenamento é feito em dois depósitos privados, segundo a assessoria de comunicação da prefeitura do município. Os custos ainda não foram calculados, mas já estão “muito acima do que poderia ser previsto”.

Na busca por depósitos temporários, ligações e contatos com empresários fazem parte da rotina. Prefeituras e voluntários recorrem à iniciativa privada para tentar encontrar espaços adequados para abrigar os sacos de óleo por tempo ainda indeterminado. Pelo menos quatro cidades descarregaram petróleo bruto, guardados em sacos ou contêineres, em empresas privadas.

As pelotas recolhidas em Camaçari, por exemplo, estão num galpão disponibilizado pela Cetrel, empresa de tratamento de efluentes líquidos e resíduos como o petróleo. A questão é: a empresa se dispôs a guardar o material por 120 dias.

POR: O CORREIO

Após ser derrotado na Justiça, Bolsonaro pagará custas de ação movida contra apresentador

POR: BNEWS

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) foi condenado ao pagamento de R$ 2 mil em custas processuais e honorários advocatícios, após ter pedido de indenização por danos morais negados pela Justiça de São Paulo.

Em ação movida contra o apresentador Marcelo Tas, ele pediu o pagamento de R$ 20 mil por ter sido chamado de racista e homofóbico durante uma entrevista em 2017.

No entanto, a Justiça paulista negou o pedido do presidente, que pode recorrer da decisão. “O debate político tem que ser livre. Sem apelação para processos”, afirmou Tas. A Presidência da República não se manifestou sobre e derrota de Bolsonaro.

“Se houver indulto para criminosos neste ano, certamente será o último”, relatou Bolsonaro

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) informou no início da tarde desta quarta-feira, 28, em postagem no Twitter, que o indulto a presos no País, caso concedido, será o último. “Fui escolhido presidente do Brasil para atender aos anseios do povo brasileiro. Pegar pesado na questão da violência e criminalidade foi um dos nossos principais compromissos de campanha. Garanto a vocês, se houver indulto para criminosos neste ano, certamente será o último”, relatou Bolsonaro.

esta quarta, o Supremo Tribunal Federal (STF) retoma o julgamento da ação que discute a validade do indulto editado pelo atual presidente, Michel Temer (MDB), em 2017. O perdão normalmente é concedido pelo presidente da República nos finais de cada ano para condenados que tenham cumprido um quinto de penas em crimes sem violência ou grave ameaça.

O procurador Deltan Dallagnol, da força-tarefa da Operação Lava Jato, considerou que o decreto tem efeito devastador sobre “o passado, presente e futuro” e informou que vários condenados pela operação devem ser libertados.

Vendedor de livros, pastor e ‘quase candidato’: o passado do homem que esfaqueou Bolsonaro

Adélio Bispo de Oliveira, o homem que esfaqueou Jair Bolsonaro (PSL) na última quinta-feira (6) e disse que agiu “a mando de Deus”, apegou-se com fervor à fé evangélica no fim dos anos 1990, quando se mudou para Uberaba, região do Triângulo Mineiro.

Tinha pouco mais de 20 anos e sobrevivia vendendo livros. Como o dinheiro era escasso, decidiu buscar ajuda na Igreja da Fé e foi recebido pelo então líder da instituição, o pastor Romildo Cândido. Foi sob a tutela dele que o jovem iniciou a vida religiosa.

Em entrevista ao UOL, Romildo contou que Adélio já demonstrava à época obsessão pela política e que aparentava ser um rapaz “idealista”, porém “confuso” e “revoltado”. Hoje à frente da Igreja Voz dos Mártires, com sede em Uberaba, o líder evangélico disse ter ficado surpreso com a notícia do ataque.

“Ele sempre foi zeloso pela Bíblia e pelas coisas de Deus. E falar que foi Deus que mandou [cometer o crime]? Eu até comentei com a minha esposa: a cabeça dele não estava boa mesmo. Acho que ele não está bem.”

Dedicado, Adélio tornou-se obreiro (uma espécie de auxiliar do pastor) nos primeiros meses de 1998 e, um ano depois, viajou a São Paulo junto a Romildo para se consagrar evangelista (pessoa designada a disseminar o evangelho e fazer pregações no templo e em espaços públicos).

Nos anos seguintes, relatou o ex-líder da Igreja da Fé, Adélio viajou à sua cidade natal, Montes Claros (MG), onde teria sido consagrado pastor em uma igreja missionária. A reportagem não localizou a instituição.

Segundo Romildo, ao longo dos anos, Adélio passou por vários municípios e não se fixou em uma denominação evangélica. “Ele sumia. Uma hora ele estava em Santa Catarina, outra hora em Uberaba e, depois, voltava a Montes Claros”, disse.

A versão bate com os relatos dos familiares do agressor de Bolsonaro. À “Folha de S.Paulo”, um dia após o ataque ao candidato a presidente, parentes mais próximos contaram que ele virou um andarilho aos 17 anos, quando deixou a casa da família em Montes Claros e foi a São Paulo buscar emprego. Além de cidades em Minas, também passou por Florianópolis e Balneário Camboriú (SC).

Entre idas e vindas a Uberaba, Adélio chegou a morar na casa de Romildo por “sete ou oito meses”, entre 2006 e 2007. “Desde que o conheci, em 98, sempre tivemos um vínculo como amigos. Teve uma época que ele não tinha onde morar e ficou na minha casa. Eu o ajudei muito, ele era um cara idealista e que tinha uma visão política como poucos brasileiros. Só que era de esquerda”, declarou o pastor.

uol

Homem que esfaqueou Bolsonaro diz que foi a ‘mando de Deus’

A Polícia Militar (PM) de Minas Gerais confirmou à reportagem que Adelio Bispo de Oliveira, de 40 anos, foi o responsável por esfaquear o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) no início da tarde desta quinta-feira (6), em Juiz de Fora. O homem que atacou o presidenciável alegou, ao prestar depoimento à polícia, que agiu motivado por “questões pessoais” e “mando de Deus”.

A informação foi dada pelo coronel Alexandre Nocelli, comandante da quarta região da Polícia Militar de Juiz de Fora. O comandante confirmou que a segurança do candidato era feita por agentes da Polícia Federal, e não por policiais militares, e que a arma foi uma faca. Ainda de acordo com o PM, Adelio foi agredido enquanto era escoltado até a delegacia da Polícia Federal na cidade.

Foto: Reprodução/Policia Civil de Minas Gerais

Bolsonaro caminhava pelas ruas do centro de Juiz de Fora e era carregado nos ombros quando Adelio se aproximou e desferiu uma facada na região do abdômen. A polícia informou que abrirá um inquérito para apurar o ataque ao candidato.

Em nota divulgada pela Polícia Federal (PF), a corporação afirma que Bolsonaro “contava com a escolta de policiais federais quando foi atingido por uma faca durante um ato público”. A mensagem ainda diz que “o agressor foi preso em flagrante e conduzido para a Delegacia da PF naquele município. Foi instaurado inquérito policial para apurar as circunstâncias do fato.”

Em seu perfil no Facebook, Oliveira tem muitos posts com teor político, e com críticas a Bolsonaro. A frase que o define na rede social é “Não importa em que partido tu militas, nem a ideologia em que acreditas, ou que fé tu praticas. Se tens prazer no triunfo da justiça, então somos irmãos”.

O advogado de defesa diz ter ficado surpreso com a informação quando soube que tratava-se de Adelio. “Fiquei muito surpreso quanto soube que era o Adelio. Tive pouco contato com ele mas até onde conheci não parecia uma pessoa violenta. Ele era servente de pedreiro”, disse o advogado Pedro Tiago Oliveira Santos que defende Adelio em uma ação trabalhista.

Bolsonaro é transferido para hospital em São Paulo

O candidato Jair Bolsonaro, que está internado em Juiz de Fora, foi transferido para o Hospital Albert Einstein, em São Paulo na manhã desta sexta-feira (7). A informação foi divulgada pelo filho do político Flávio Bolsonaro, no Twitter. Ele foi levado em uma ambulância, que foi escoltada por viaturas da Polícia Militar.

Uma equipe do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo chegou à Santa Casa de Juiz de Fora, na noite de quinta (6) para fazer uma avaliação do estado de saúde de Bolsonaro. Ele está internado em uma UTI, depois de ser submetido a uma cirurgia.

O candidato foi atingido por uma facada no abdômen quando participava de ato de campanha no município mineiro. Os médicos responsáveis pela cirurgia de Bolsonaro na Santa Casa não deram previsão de quanto tempo levará para ele se recuperar. “O que podemos falar é que a recuperação tem sido satisfatória na UTI. Mas não temos previsão do tempo de hospitalização, deve levar pelo menos de uma semana a 10 dias”, disse um dos médicos envolvidos no procedimento, Luiz Henrique Borsatto, em entrevista coletiva.

Logo após o ataque, no meio da tarde, o presidenciável foi levado diretamente para a Santa Casa. Segundo o médico Gláucio Souza, Bolsonaro chegou ao hospital em estado “muito grave” com pressão “muito baixa”. “Felizmente conseguimos conter a hemorragia a tempo”, relatou o profissional.

Com o golpe, Bolsonaro teve uma lesão em uma veia no abdômen, três perfurações no intestino delgado, uma lesão grave no intestino grosso e uma lesão transfixante grande. “Nós optamos por fazer uma ressecção do segmento e confeccionamos uma colostomia. Fizemos essa conduta dada a gravidade do paciente, e as lesões graves foram identificadas e tratadas durante a cirurgia”, afirmou Souza.

Vídeo
Horas depois de ser esfaqueado, o candidato  do PSL à Presidência da República Jair Bolsonaro gravou um vídeo na Unidade de Terapia Intensiva na Santa Casa de Juiz de Fora (MG) e divulgado nas redes sociais na madrugada desta sexta-feira (7) pelo senador Magno Malta (PR).

“Até o momento, Deus quis assim. Eu me preparava para um momento como esse porque você corre riscos. Mas, de vez em quando, a gente duvida, né! Será que o ser humano é tão mau assim? Nunca fiz mal a ninguém”, afirmou o deputado federal.

Magno Malta aparece acompanhado dos filhos de Bolsonaro. No início do vídeo, o grupo aparece fazendo orações enquanto o candidato aparece acordado e lúcido. O presidenciável deve ficar internado por até uma semana, segundo os médicos, e seu estado de saúde é considerado grave, mas estável.

o correio

Com Jair Bolsonaro o Roda Viva registra sua segunda melhor audiência em 2018

Roda Viva é um dos principais programas de entrevistas da televisão brasileira. Vários nomes importantes já foram sabatinados por grandes jornalistas e críticos de televisão. Na noite da última segunda-feira, 30 de julho, a atração bateu recorde de audiência.

De acordo com os dados consolidados do Ibope, a presença de Jair Bolsonaro rendeu à atração 2,4 pontos de média e venceu RedeTV Band das 22h15 às 23h45, ocupando o quarto lugar no ranking das audiências na Grande São Paulo, onde cada ponto equivale a cerca de 72 mil domicílios.

Essa foi a segunda maior audiência do programa, ficando atrás apenas da entrevista com o Juiz Sérgio Moro, exibida também neste ano. O programa vai ao ar todas às segundas, a partir das dez horas na TV Cultura.

Por: Tv O Foco





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