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:: ‘IBGE’

IBGE: Apenas Ilhéus teve perda de habitantes entre os 10 municípios mais populosos da Bahia

POR: O Tabuleiro

A estimativa da população brasileira divulgada nesta quarta-feira (28) mostrou que entre os 10 mais populosos municípios baianos apenas Ilhéus teve perda de habitantes. A cidade do Litoral Sul baiano diminuiu cerca de 1,52% da população. Em 2018, a estimativa era de 164.844 e neste ano ficou em 162.327. A capital baiana Salvador teve aumento de 0,52%, saindo de 2.857.329 para 2.872.347 em 2019.

O segundo município mais populoso, Feira de Santana, aumentou de 609.913 para atuais 614.872, acréscimo de 0,83%. A terceira cidade com mais moradores no estado, Vitória da Conquista, teve 0,80% de crescimento. Saiu de 338.885 para 341.597 habitantes.

A lista segue como Camaçari (+1,84% e população atual de 299.132), Juazeiro (+0,70% população atual de 216.707), Itabuna (+0,22% pop. atual de 213.223), Lauro de Freitas (+1,71% pop. atual de 198.440), Ilhéus (-1,52% pop. atual de 162.327),Teixeira de Freitas (+1,3%  pop. atual de 160.487)e Jequié (+0,10% pop. atual de 155.800).

As estimativas do IBGE são projeções feitas pelo instituto divulgadas ano a ano. O Censo Demográfico previsto para 2020 deve revelar dados mais precisos sobre as populações. No método, agentes censitários percorrem as cidades e fazem a contagem dos habitantes.

IBGE: Brasil ultrapassou a marca de 210 milhões de habitantes

A população do Brasil ultrapassou a marca de 210 milhões de habitantes, de acordo com dados levantados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicados nesta quarta-feira pelo Diário Oficial da União. A estimativa considera o total de habitantes nos estados e municípios em 1º de julho de 2019.

O novo total (de 210.147.125 habitantes) representa uma alta de 0,79% em relação às informações obtidas pelo IBGE no ano passado. Em 2018, a estimativa era de que o país abrigava 208,5 milhões de pessoas.

O crescimento identificado este ano foi menor do que o registrado entre 2017 e 2018 (0,82%). Dos 5.570 municípios do país, 28,6% apresentaram redução populacional no último ano. E aproximadamente metade deles (49,6%) cresceu entre zero e 1%. O restante (4,8%) apresentou alta igual ou superior a 2%.

As maiores reduções ocorreram nos municípios de Mulungu (no Ceará, -16%), Japurá (no Amazonas, -15,6%) e Ferreiros (em Pernambuco, -15,6%).

Na divisão por regiões, a mais populosa é a Sudeste (88,3 milhões de habitantes), seguida pelo Nordeste (57 milhões); Sul (29,7 milhões); Norte (18,4 milhões) e Centro-Oeste (16,2 milhões).

O IBGE divulgou ainda a projeção populacional estimada para cada unidade da federação.

São Paulo, o estado com a população mais numerosa do país, teve uma alta de 0,83% e chegou à projeção de 45,9 milhões de habitantes (no ano passado, havia 45,5 milhões). O território paulista concentra 21,9% do total de habitantes do país.

Segundo estado mais populoso, Minas Gerais atingiu projeção de 21,16 milhões de pessoas (eram 21,04 milhões em 2018). A estimativa cresceu 0,61% entre os mineiros.

Rio de Janeiro, o terceiro colocado, abriga 17,26 milhões, de acordo com a projeção. Há um ano, o número era de 17,15 milhões (houve crescimento de 0,61%). A Bahia, quarta unidade mais populosa, tem projeção de 14,87 milhões — o equivalente a uma alta de 0,41% em relação a 2018, quando o número foi de 14,81 milhões.

A unidade da federação menos populosa é Roraima, com 605,7 mil cidadãos atualmente (o equivalente a 0,3% do total de habitantes do país). Houve, no entanto, um crescimento significativo em relação a 2018, quando o estado tinha 576,5 mil habitantes. Uma das razões para o aumento de 5,1% — o maior entre todos os estados — seria o fluxo migratório, já que Roraima tem recebido muito venezuelanos.

Também na região Norte, junto com Roraima, estão os outros dois estados menos populosos: o Acre (com 881,9 mil pessoas) e o Amapá (845,7 mil pessoas).

Em relação aos municípios, a projeção do IBGE identificou que as 27 capitais dos estados reúnem 23,86% da população brasileira — o equivalente a mais de 50 milhões de pessoas.

A capital mais populosa é São Paulo (12,2 milhões de pessoas), seguida por Rio de Janeiro (6,71 milhões); Brasília (3 milhões); Salvador (2,8 milhões); Fortaleza (2,6 milhões); Belo Horizonte (2,5 milhões); Manaus (2,1 milhões); Curitiba (1,9 milhão); Recife (1,6 milhão); Goiânia (1,5 milhão) Belém (1,4 milhão); Porto Alegre (1,4 milhão); São Luis (1,1 milhão) e Maceió (1,01 milhão).

O restante das capitais tem menos de 1 milhão de habitantes. A menor delas é Palmas, no Tocantins, com 299,1 mil pessoas (2,49% a mais do que em 2018). Capital do Rio Grande do Sul, Porto Alegre é a 12ª mais populosa e teve o menor crescimento este ano entre as 27 (0,32%). A alta mais expressiva ocorreu em Boa Vista, em Roraima (6,35%).

Entre os 17 municípios que ultrapassam a marca de 1 milhão de habitantes, 14 são capitais. Também integram a lista: Guarulhos (na região metropolitana de São Paulo, com 1,37 milhão de pessoas); Campinas (no interior paulista, com 1,2 milhão) e São Gonçalo (na região metropolitana do Rio, com 1,08 milhão).

A lista de municípios mais populosos inclui ainda, acima da marca de 500 mil habitantes, São Bernardo do Campo e Santo André, com 838,9 mil e 718,7 mil habitantes, respectivamente. Os dois municípios integram a região metropolitana de São Paulo, a maior do país, com 21,7 milhões de habitantes.

Na região metropolitana do Rio, a segunda maior, vivem 12,8 milhões de pessoas. Nela, estão localizados dois dos municípios mais populosos do país: Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, com 919,5 mil e 821,1 mil pessoas, respectivamente.

Entre os locais em que há menos habitantes, o IBGE destaca as projeções de três municípios: Serra da Saudade (em Minas Gerais, com 781 pessoas), Araguainha (MT, com 935) e Borá (em São Paulo, com 837).

ITABUNA: IBGE altera novos limites territoriais da cidade

Itabuna teve seu território geográfico ampliado com 17 novos pontos incorporados ao município. A demarcação das novas divisas foi feita com base nos estudos elaborados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais (SEI) da Secretaria Estadual do Planejamento (Seplan), em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O mapa já atualizado com os novos limites foi entregue esta semana ao prefeito Fernando Gomes pelo diretor do IBGE na região, Luiz Mafra.

No encontro ocorrido no gabinete do prefeito, o diretor explicou que a atualização de limites territoriais pelo instituto já foi feita em mais de 200 cidades de 11 estados brasileiros. Entre as áreas demarcadas estão o Cerrado, o entroncamento 21, próximo ao Rio Japu, Ilha do Quiricó, no Rio Cachoeira, Fazenda Santo Antônio e a área do Macro, às margens da BR 415, entre outros.

O prefeito Fernando Gomes ressaltou a importância da expansão territorial ao comentar que ajudará no planejamento tanto financeiro e de serviços de infraestrutura pela administração municipal. “A população dessas áreas será a maior beneficiada pois saberá para onde recorrer quando necessitar de serviços públicos”, afirmou o prefeito. Ele adiantou que já designou uma equipe de agrimensores para fazer o reconhecimento das novas áreas que já fazem parte dos limites territoriais do município.

Sobre a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia, o diretor do Departamento de Agricultura da Prefeitura, Erlon Botelho, que participou do encontro no gabinete do prefeito Fernando Gomes, explicou que o órgão tem o importante papel de prover e propagar informações geográficas e estatísticas, com o objetivo de formular políticas públicas, além de planejar programas para o desenvolvimento do Estado. “A SEI também coordena as informações cartográficas e demográficas necessárias ao conhecimento da realidade social, física e econômica baiana”, concluiu o diretor.











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