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Novidade: Sul da Bahia recebe sintonia da nova rádio Boa FM 96,1

O prefeito Mário Alexandre reuniu-se nesta quarta-feira (27) com o empresário José Araújo Goes, investidor que vai lançar no início de fevereiro uma nova rádio no Sul da Bahia, a BOA FM 96,1 mhz, com abrangência para 48 municípios.

Durante o encontro, o prefeito elogiou o conceito da nova rádio, que traz para Ilhéus e toda a região uma qualidade sonora destacada, transmitida por equipamentos de última geração, com perfil musical e jornalístico.
“Mais um empresário que vem para fazer a diferença, investir, apostar e contribuir para o desenvolvimento da nossa amada região Sul baiana”, destacou o prefeito Mário Alexandre.

“Nosso studio está pronto, com sede em Itabuna. Estamos com tudo organizado para fazer um jornalismo de qualidade e com uma programação musical que o público vai adorar”, informou o empresário Barreto, ao lado do filho Tarcísio Goes.

Dentro do tema comunicação radiofônica, o investidor adiantou que em breve Ilhéus também terá boas novidades.

 

 

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Uma publicação compartilhada por BOA FM (@boafm96)

Meio ambiente: Floresta+ recupera mata nativa em bacia hidrográfica na Bahia

O Ministério do Meio Ambiente direcionou recursos no âmbito do programa Floresta+ para a recuperação e conservação da vegetação em territórios de pequenos agricultores da Bacia Hidrográfica do Rio Jiquiriçá, na Bahia.

Os recursos serão destinados para a aquisição de 10 kits que incluem materiais, insumos e ferramentas para a recuperação de áreas degradadas. Além disso, serão promovidas oficinas de capacitação para a recuperação de áreas degradadas. As ações serão destinadas aos agricultores familiares e comunidades da bacia.

A bacia hidrográfica do Rio Jiquiriçá é a maior sub-bacia do Recôncavo Sul, com população total de 350 mil habitantes, e abrange 19 municípios. A proposta beneficiará diretamente os pequenos proprietários rurais e comunidades que tenham áreas a recuperar nos imóveis por meio da implantação e manejo de sistemas agroflorestais.

A implantação de sistemas agroflorestais contribui para a recomposição da vegetação nativa, promovendo melhorias nas condições ambientais da região. A recuperação dessa vegetação amplia a capacidade de infiltração das águas pluviais no solo, reduzindo os efeitos da erosão.

Programa Floresta+

O Floresta+ é um programa do Ministério do Meio Ambiente que visa a fomentar o mercado de serviços ambientais por meio do incentivo monetário ou não monetário como retribuição e incentivo àqueles que prestam atividades de conservação e recuperação em todos os biomas.

Educação: Começam nesta terça-feira (26) as inscrições para o Fies

Começam nesta terça-feira (26), e seguem até o dia 29 de fevereiro, as inscrições para o processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) do primeiro semestre deste ano.

O resultado será divulgado no dia 2 de fevereiro. Quem tiver o nome selecionado em chamada única, deverá complementar as informações da inscrição entre 3 e 5 de fevereiro.

Os candidatos não pré-selecionados na chamada única do Fies podem disputar uma das vagas ofertadas por meio da lista de espera. A convocação por meio da lista de espera ocorrerá de 3 de fevereiro a 18 de março de 2021.

Segundo semestre de 2021

Foi publicada, nesta segunda-feira (25), no Diário Oficial da União, portaria (https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-n-38-de-22-de-janeiro-de-2021-300391529) com as regras do processo seletivo do Fies para o segundo semestre deste ano.

Número de vagas

Resolução publicada em dezembro do ano passado aprovou o Plano Trienal do Fundo de Financiamento Estudantil para os próximos três anos. Ela define que a oferta de vagas pelo Fies será de 93 mil em 2021 e de 279 mil até 2023.

Conforme determina a resolução, para o exercício de 2021, serão destinados R$ 500 milhões no Fundo Garantidor do Fies, provenientes do orçamento do Ministério da Educação.

Fies

O Fies, do Ministério da Educação, é um programa destinado a financiar, prioritariamente, estudantes de cursos de graduação não gratuitos. Ele estabelece um financiamento estudantil em diferentes modalidades, possibilitando juros zero a quem mais precisa e uma escala de financiamentos que varia conforme a renda familiar do candidato.

Além de financiar um curso, o Fies ajuda o estudante a realizar o sonho de ter um diploma. É o caso de Evellyn Luchetta, de 20 anos, que atualmente cursa o quinto semestre de Jornalismo. “No segundo semestre, eu fui chamada na lista de espera e passei a ter cinquenta por cento do valor da minha mensalidade abatida pelo Fies. Isso mudou a minha vida, mudou a minha realidade. Sem o Fies, eu não conseguiria cursar um curso superior.”

Como se inscrever no Fies

– Para se inscrever no Fies, o primeiro passo é ter feito o Enem, o Exame Nacional do Ensino Médio, a partir da edição de 2010, e ter obtido média das notas nas provas igual ou superior a 450 pontos, além de nota superior a zero na redação;

– Também é necessário possuir renda familiar mensal bruta, por pessoa, de até três salários mínimos;

– Depois, é só acessar o site fies.mec.gov.br e clicar em “Minha Inscrição” e, em seguida, em “Fazer Cadastro”;

– Podem ser financiados pelo Fies somente os cursos disponíveis no sistema do Fies, observado o número de vagas ofertadas. A partir daí, o candidato pode escolher qualquer curso, entre aqueles disponíveis no grupo de preferência, de acordo com o perfil e interesse;

– O candidato pode alterar o grupo de preferência e a opção de curso quantas vezes julgar pertinente, mas somente durante o período de inscrições. É considerada válida a última inscrição feita e confirmada pelo candidato;

– O candidato pode consultar o resultado no endereço eletrônico http://fiesselecaoaluno.mec.gov.br, e junto à instituição para a qual tenha se inscrito; e

– Os demais, não pré-selecionados, serão automaticamente incluídos em lista de espera.

Ilhéus: Cavalos soltos no Sol e Mar deixam moradores revoltados

Os moradores do Condomínio Sol e Mar, na zona sul de Ilhéus, estão revoltados com a situação dos animais soltos em suas ruas e na estrada que dá acesso ao Sol e Mar. A comunidade não suporta mais ter que conviver com cavalos que perambulam livremente pelas ruas e calçadas do condomínio, rasgando e espalhando pelas ruas todo o lixo colocado nas lixeiras, além de defecarem e urinarem nas calçadas, praças e parques infantis, trazendo transtorno ao condomínio, tanto com a limpeza, pois os moradores tem que varrer, juntar e ensacar todos os dias novamente o lixo espalhado pelos animais, como também com doenças que transmitem através das fezes e urina, sem falar na propagação de carrapatos.

Os proprietários dos animais já foram procurados, mas nada fizeram para resolver o problema. A zoonoses, algumas vezes nesses 4 anos, apreendeu alguns animais, mas, a multa para retirar um animal é muito baixa, de R$ 45,00  que facilita a soltura e o transtorno voltar novamente para a comunidade.

“Os animais não tem culpa. Os donos exploram os bichinhos o dia todo e à noite, soltam na estrada sem alimentá-los e eles vem bater aqui no condomínio, se alimentar do lixo. É todo dia isso”, desabafou o sr. Paulo, morador do condomínio.

Tais animais soltos já causaram acidentes graves na Rodovia Ilhéus- Buerarema, que dá acesso ao condomínio. A comunidade cobra uma ação urgente e eficaz dos órgãos competentes, antes que aconteça uma tragédia.

Ilhéus: Câmara reorganiza Frente Parlamentar das Mulheres

Criada através de decreto legislativo, em 2018, a Frente Parlamentar das Mulheres contará no mandato que se inicia com as participações efetivas das vereadoras Enilda Mendonça e Ivete Maria de Souza. Como desde 2012 o parlamento ilheense não contava com a eleição de mulheres, a Frente Parlamentar, desde sua criação, foi representada até aqui por vereadores do sexo masculino. O fortalecimento na iniciativa, com a presença da representatividade feminina, foi tema de encontro entre as duas vereadoras e o presidente da Câmara, Jerbson Moraes.  

A proposta é de que, desde a abertura do período legislativo, em fevereiro, seja reestruturada a Frente Parlamentar. Professora Enilda destaca a importância da iniciativa, que atua na defesa de políticas públicas para mulheres, no enfrentamento à violência doméstica e é um instrumento que luta por ideias e ações para defender os seus direitos.  

Políticas Públicas 

Em 2018, a maior motivação para a criação da frente era o número crescente de mulheres que sofriam violência e feminicídio. De lá pra cá – afirma Enilda – pouca coisa mudou.  “Vamos provocar o debate acerca das possibilidades de concretizar políticas públicas que possam identificar, registrar e diagnosticar os principais problemas enfrentados pela mulher ilheense, bem como apontar soluções e caminhos que garantam acesso, segurança, saúde e mais qualidade de vida a essas mulheres”, afirmou. 

A frente também visa promover a autonomia e igualdade no mundo do trabalho e cidadania, debater e encaminhar propostas de legislações de educação inclusiva não sexista, que tratem da saúde das mulheres, direitos sexuais e reprodutivos; bem como debater propostas que alterem a situação da violência doméstica contra a mulher. 

Apoio 

“É através desta Frente Parlamentar que é possível, também, fortalecer a nossa luta, cobrando para que as instituições de acolhimento funcionem de forma regular”, afirma a vereadora. “Vamos também abarcar diversos movimentos de mulher para que o movimento seja forte, coletivo e participativo”, completou. Enilda faz questão de ressaltar que desde que assumiu a iniciativa pela reativação da Frente Parlamentar, tem recebido total apoio do presidente da Casa, Jerbson Moraes.

Ato simbólico marcará o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa

Um ato simbólico no Parque do Abaeté, em Salvador, marcará o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, nesta quinta-feira (21), a partir das 8h. A atividade ocorrerá em frente ao busto da yalorixá Gildásia dos Santos, a Mãe Gilda, considerada símbolo de resistência e afirmação das religiões de matriz africana, inspirando a criação da data.

O evento é realizado pelo Ilê Axé Abassá de Ogum, com número limitado de pessoas em virtude da pandemia de Covid-19, mas terá transmissão ao vivo pelo Instagram (@axeabassadeogum).

A programação incluirá uma homenagem à Mãe Gilda, que liderou o Abassá de Ogum até seu falecimento, após ser vítima de intolerância, em 2000. Estarão presentes no ato a yalorixá Jaciara Ribeiro, filha biológica de Mãe Gilda, além da titular da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Fabya Reis.

Dados do Centro de Referência de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa Nelson Mandela apontam que, em 2020, foram denunciados 29 crimes de ódio religioso, totalizando 232 desde a implantação do serviço, em 2013.

A data

O Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa foi instituído em 2007, tendo o caso de Mãe Gilda como um dos mais emblemáticos na luta contra o racismo e o ódio religioso no país. Após ter a imagem maculada e o terreiro invadido e depredado por representantes de outra religião, a sacerdotisa teve agravamentos de problemas de saúde e faleceu em 21 de janeiro de 2000.

O episódio repercutiu amplamente, resultando em projetos de lei na esfera municipal e, em seguida, sendo reconhecido na esfera federal. A data é um marco para fomentar o debate acerca do respeito às diferentes crenças e à liberdade de culto.

Políticas públicas

Na Bahia, dentre políticas públicas na área está o Centro de Referência de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa Nelson Mandela, serviço de atendimento gratuito, em Salvador. Vinculado à Sepromi, o equipamento oferece apoio social e jurídico a vítimas, desde 2013.

O Centro de Referência é uma das portas de entrada dos casos acompanhados pela Rede de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa, composta por instituições do poder público, universidades federais e estaduais, o Sistema de Justiça e um conjunto de organizações da sociedade civil.

Covid: Governo Federal inicia a distribuição da vacina; veja como será a 1º fase em cada Estado

O Ministério da Saúde iniciou, nesta segunda-feira (18), a distribuição da vacina contra a Covid-19. No Centro de Logística da pasta, em Guarulhos, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, se reuniu com governadores e disse que a distribuição será feita de maneira proporcional a cada região brasileira.

O ministro afirmou que a vacinação pode começar ainda nesta segunda-feira (18). “A gente distribui tudo hoje (18), e a vacinação começa hoje ao final do dia”, reforçou.

“Tudo isso demonstra o trabalho em conjunto, tudo isso demonstra a nossa lealdade federativa. No que depender do Governo Federal e do Ministério da Saúde, nós vamos cumprir rigorosamente o que for combinado. Em nome da nossa ética, em nome da nossa palavra”, afirmou.

Ao todo, são seis milhões de doses desenvolvidas pela farmacêutica Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

Logística

A distribuição conta com uma frota de 100 caminhões com áreas de carga refrigeradas, com sistema de rastreamento e bloqueio via satélite. Além disso, o Ministério da Saúde tem o apoio da Associação Brasileira de Empresas Aéreas por meio das companhias aéreas Azul, Gol, Latam e Voepass, para transporte gratuito da vacina às unidades federadas do país que necessitam do transporte aéreo. O Ministério da Defesa contribuirá com a distribuição da vacina para os municípios.

Anvisa

Nesse domingo (17), a Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a autorização temporária de uso emergencial da vacina CoronaVac, desenvolvida pela farmacêutica Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, e da vacina Covishield, produzida pela farmacêutica Serum Institute of India, em parceria com a AstraZeneca/Universidade de Oxford/Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Segundo a Anvisa, a Fiocruz e o Instituto Butantan devem dar continuidade aos estudos e à geração de dados para permitir o registro sanitário na agência. E informou que precisam manter o monitoramento da segurança das vacinas.

Veja como será a distribuição em cada região brasileira:

Região Norte

Acre

– Pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas: 244
– População indígena vivendo em terras indígenas: 12.815
– Trabalhadores de saúde: 6.343
– Total: 19.402

Amapá 

– Pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas: 76
– População indígena vivendo em terras indígenas: 7.616
– Trabalhadores de saúde: 7.057
– Total: 14.749

Amazonas 

– Pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas: 400
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 60
– População indígena vivendo em terras indígenas: 101.156
– Trabalhadores de saúde: 32.813
– Total: 134.429

Pará 

– Pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas: 962
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 10
– População indígena vivendo em terras indígenas: 23.184
– Trabalhadores de saúde: 58.334
– Total: 82.490

Rondônia 

– Pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas: 140
– População indígena vivendo em terras indígenas: 7.784
– Trabalhadores de saúde: 15.595
– Total: 23.519

Roraima 

– Pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas: 100
– População indígena vivendo em terras indígenas: 36.834
– Trabalhadores de saúde: 4.833
– Total: 41.767

Tocantins 

– Pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas: 424
– População indígena vivendo em terras indígenas: 6.749
– Trabalhadores de saúde: 13.803
– Total: 20.976

Região Nordeste

Alagoas 

– Pessoas com mais de 60 anos institucionalizadas: 1.246
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 10
– População indígena vivendo em terras indígenas: 7.946
– Trabalhadores de saúde: 32.594
– Total: 41.796

Bahia

– Pessoas com mais de 60 anos institucionalizadas: 9.788
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 285
– População indígena vivendo em terras indígenas: 27.201
– Trabalhadores de saúde: 142.087
– Total: 179.361

Ceará 

– Pessoas com mais de 60 anos institucionalizadas: 2.398
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 132
– População indígena vivendo em terras indígenas: 20.250
– Trabalhadores de saúde: 86.380
– Total: 109.160

Maranhão 

– Pessoas com mais de 60 anos institucionalizadas: 264
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 110
– População indígena vivendo em terras indígenas: 19.626
– Trabalhadores de saúde: 58.223
– Total: 78.223

Paraíba 

– Pessoas com mais de 60 anos institucionalizadas: 1.212
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 120
– População indígena vivendo em terras indígenas: 10.432
– Trabalhadores de saúde: 42.925
– Total: 54.689

Pernambuco 

– Pessoas com mais de 60 anos institucionalizadas: 2.462
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 130
– População indígena vivendo em terras indígenas: 26.506
– Trabalhadores de saúde: 99.924
– Total: 129.022

Piauí 

– Pessoas com mais de 60 anos institucionalizadas: 460
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 10
– População indígena vivendo em terras indígenas: 21
– Trabalhadores de saúde: 28.651
– Total: 29.142

Rio Grande do Norte

– Pessoas com mais de 60 anos institucionalizadas: 1.400
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 10
– População indígena vivendo em terras indígenas: 0
– Trabalhadores de saúde: 37.848
– Total: 39.258

Sergipe 

– Pessoas com mais de 60 anos institucionalizadas: 240
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 22
– População indígena vivendo em terras indígenas: 250
– Trabalhadores de saúde: 22.760
– Total: 23.272

Região Centro-Oeste

Distrito Federal

– Pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas: 648
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 178
– População indígena vivendo em terras indígenas: 95
– Trabalhadores de saúde: 49.629
– Total: 50.550

Goiás 

– Pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas: 8.828
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 475
– População indígena vivendo em terras indígenas: 320
– Trabalhadores de saúde: 77.549
– Total: 87.172

Mato Grosso 

– Pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas: 2.382
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 190
– População indígena vivendo em terras indígenas: 28.758
– Trabalhadores de saúde: 28.744
– Total: 60.074

Mato Grosso do Sul

– Pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas: 2.966
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 95
– População indígena vivendo em terras indígenas: 46.180
– Trabalhadores de saúde: 26.356
– Total: 75.597

Região Sudeste

Espírito Santo

– Pessoas com mais de 60 anos institucionalizadas: 2.970
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 210
– População indígena vivendo em terras indígenas: 2.793
– Trabalhadores de saúde: 42.273
– Total: 48.246

Minas Gerais 

– Pessoas com mais de 60 anos institucionalizadas: 38.578
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 1.160
– População indígena vivendo em terras indígenas: 7.878
– Trabalhadores de saúde: 227.472
– Total: 275.088

Rio de Janeiro

– Pessoas com mais de 60 anos institucionalizadas: 10.892
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 783
– População indígena vivendo em terras indígenas: 381
– Trabalhadores de saúde: 220.495
– Total: 232.551

São Paulo

– Pessoas com mais de 60 anos institucionalizadas: 42.604
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 1.357
– População indígena vivendo em terras indígenas: 3.727
– Trabalhadores de saúde: 598.518
– Total: 646.206

Região Sul

Paraná 

– Pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas: 12.224
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 482
– População indígena vivendo em terras indígenas: 10.816
– Trabalhadores de saúde: 102.959
– Total: 126.481

Rio Grande do Sul

– Pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas: 9.510
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 380
– População indígena vivendo em terras indígenas: 14.348
– Trabalhadores de saúde: 138.523
– Total: 162.761

Santa Catarina

– Pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas: 3.460
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 263
– População indígena vivendo em terras indígenas: 8.317
– Trabalhadores de saúde: 56.540
– Total: 68.580

Ilhéus: Veja como será as 4 etapas de vacinação para a imunização contra a Covid-19

A secretaria de Saúde (Sesau) da Prefeitura de Ilhéus, com o objetivo de preparar o município para a imunização contra a Covid-19, estruturou o plano municipal de vacinação. Os setores de Imunização, Vigilância em Saúde e Atenção Básica da Sesau, em reunião administrativa, já estão se organizando para a campanha, que vai acontecer em período definido pelo Ministério da Saúde.

De acordo com as informações repassadas pelo secretário municipal de Saúde, Geraldo Magela, o Plano Municipal de Vacinação já está pronto e será executado em 4 etapas. A 1ª fase abrange a população prioritária para imunização, como os trabalhadores da saúde; pessoas com 80 anos ou mais, de 75 a 79 anos, 60 anos ou mais institucionalizadas; e indígenas. Um total estimado de 29.632 doses para a 1ª fase, com duas doses para cada usuário.

Na 2ª fase da vacina contra o coronavírus, estão as pessoas de 70 a 74 anos, de 65 a 69 anos e de 60 a 64 anos. Nessa etapa, estima-se 31.062 doses, sendo duas doses para cada usuário.

Para a 3ª fase, a Sesau estipulou 16.494 doses para pessoas com comorbidades num esquema também de duas dosagens. Para a 4ª fase, entram os professores de nível básico e superior; forças de segurança e salvamento; e funcionários do sistema prisional, totalizando 6.956 doses.

“Com a determinação do Prefeito Mário Alexandre, organizamos o plano municipal da vacina contra a Covid-19 para a imunização dos ilheenses. Os grupos previstos são preliminares, passíveis de alteração, a depender das indicações da vacina da Anvisa, assim como as possíveis contraindicações. Há outros grupos populacionais prioritários a serem incluídos nas fases apresentadas conforme a disponibilidade das vacinas e estratégia de vacinação”, explicou o titular da saúde, Geraldo Magela.

Ilhéus: HRCC será ampliado e inauguração do Hospital da Mulher acontece em abril

Uma comitiva de autoridades municipais e do Estado da Bahia realizou uma vistoria nesta terça-feira (12) no primeiro Hospital da Mulher materno infantil de alta complexidade da região Sul e uma reunião no Hospital Regional Costa do Cacau (HRCC), em Ilhéus. O secretário de Saúde do Estado da Bahia, Fábio Vilas-Boas, acompanhado pelo deputado federal Paulo Magalhães, do prefeito e vice-prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre e Bebeto Galvão, e pelo prefeito de Itabuna, Augusto Castro, anunciou a ampliação de leitos do HRCC e que o Hospital da Mulher está previsto para ser inaugurado em abril próximo. A visita se estendeu para as unidades hospitalares da Santa Casa de Misericórdia e do Hospital de Base no município de Itabuna.

“O Governo do Estado vai ampliar o Hospital Costa do Cacau com mais 80 leitos para desafogar a região. Estamos trabalhando para ampliar a oferta de serviços e manter o hospital dentro da alta complexidade”, disse o secretário Fábio Vilas-Boas, ao informar que a Sesab antecipou o processo de ampliação fase 2 do HRCC para 2021, que aconteceria somente em 2022.  “Lá para o mês de abril desse ano, vamos inaugurar o hospital materno infantil, uma unidade com 100 leitos destinados ao atendimento de cirurgia pediátrica, pediatria e toda a complexidade e obstetrícia incluindo neonatal”, acrescentou o secretário de Saúde.

O prefeito Mário Alexandre demonstrou otimismo sobre a união de Ilhéus com o município de Itabuna para o fortalecimento da saúde regional. “A ampliação de leitos do Hospital Costa do Cacau vai melhorar a qualidade do atendimento da alta complexidade. Nossa região também ganha muito com o hospital da mulher em Ilhéus, sendo referência para o Sul da Bahia. Além disso, com mais 5 postos de saúde que serão construídos na nossa cidade, vamos aumentar nossa cobertura da atenção básica de 56% para 75%, o que vai melhorar a saúde do nosso povo e  ajudar a desafogar a demanda ambulatorial do HRCC”, informou.

PSOL: Nota das Pretas por Salvador sobre a sua atuação na Câmara Municipal

Em 01 de janeiro de 2021, tomamos posse na Câmara Municipal de Salvador. A Mandata Pretas Por Salvador, do PSOL, é a primeira mandata coletiva na Bahia e assim foi reconhecida pelo Presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) Jatahy Júnior, que diplomou Laina Crisóstomo junto com Cleide Coutinho e Gleide Davis. Nossa particularidade de sermos uma representação plural, diversa, de três mulheres pretas, obviamente não foi bem recebida por setores conservadores, que já no primeiro dia iniciaram seus ataques contra nós.

A desqualificação de nossa atuação política vinda de setores da extrema-direita não é uma especificidade de Salvador, mas faz parte de um quadro nacional de perseguição à esquerda, às feministas, às lutas antirracistas e àquelas e àqueles que se colocaram contra os golpes sofridos por nossa frágil e incompleta democracia. Isto em um cenário dramático de crise sanitária em que a pandemia da Covid-19 já levou 200 mil vidas e a gestão desastrosa do governo federal deixou a população brasileira à própria sorte.

A crise econômica que vivemos é sem precedentes e a política ultraliberal bolsonarista aprofunda as desigualdades estruturais, piorando ainda mais as condições de vida das pessoas pobres, em sua maioria negras/os.

Neste grave contexto, o PSOL definiu, nacionalmente, como tática eleitoral e como orientação para a atuação do partido nas lutas sociais para o próximo período, a necessidade de uma unidade da oposição e da esquerda, ao lado dos movimentos sociais e da classe trabalhadora, que tem gênero e raça. Uma unidade que deve se construir na prática, urgente, em torno das demandas populares.

Seguindo esta compreensão, nós iniciamos um diálogo com aqueles/as que se identificam com pautas de centro-esquerda e de esquerda no espectro político-partidário da Câmara Municipal de Salvador. Desde dezembro, temos realizado reuniões periódicas com representações do PT, PCdoB e do PSB, com Maria Marighella, Marta Rodrigues, Luiz Carlos Suíca, Silvio Humberto, Augusto Vasconcelos e Hélio Ferreira. Com eles, esperamos formar, nos próximos quatro anos, uma bancada de oposição, que consiga fazer frente aos desafios dos tempos que nos encontramos. Esta construção implica, também, no reconhecimento da nossa mandata, além do fortalecimento dos nossos projetos políticos na Câmara Municipal.

Temos recebido um apoio da bancada de oposição que nos é primordial, no que diz respeito ao nosso direito à fala e ocupação deste espaço. O que demonstra que, mesmo diante das divergências próprias das siglas que integramos, dos espaços que ocupamos, tanto no município quanto no estado da Bahia, e das nossas trajetórias de vida e locais de atuação política, é extremamente necessário que busquemos emplacar um esforço inédito do campo de esquerda e das/os progressistas, para que possamos enfrentar as forças bolsonaristas e conservadoras que hoje dirigem o país.

Sabemos também que somos a mandata mais visada para ataques: somos três mulheres negras, feministas, socialistas, candomblecistas e evangélica. É a primeira vez que o PSOL tem uma mandata na Câmara Municipal e os racistas e machistas não aceitarão nossa posição de destaque. Vão querer difamar e distorcer nossa atuação. Vão querer nos calar. Mas nós não nos calaremos.

Entendemos que nossa representação do PSOL tem capacidade, capilaridade e força política para apresentar seus posicionamentos e disputá-los dentro da Câmara Municipal de Salvador e na sociedade. Para isso, contamos com o conjunto do partido, o apoio de nossa militância e dos movimentos sociais, em permanente diálogo e reflexão em todas as suas instâncias. Estes espaços são fundamentais. As construções devem ser coletivas.

Começamos nossa mandata nos abstendo na eleição para a Presidência da Câmara – a única abstenção – demonstrando nossa independência, senso crítico e responsabilidade política. Os próximos quatro anos serão de muitos enfrentamentos. Resistiremos aos ataques e  certamente também avançaremos, pautando propostas que efetivamente possam mudar a vida das/os trabalhadores, das mulheres, negros e negras e LGBTQIA+.

Laina Crisóstomo

Cleide Coutinho

Gleide Davis

Co-vereadoras da Mandata Coletiva Pretas Por Salvador











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