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BAFAUÊ: ROSIANE PINHEIRO CORTA O PRÓPRIO CABELO APÓS SURTO; VEJA COMO FICOU

Quem acompanha Rosiane Pinheiro nas redes sociais já está acostumado a ver a eterna “RAIMUNDA” com suas longas madeixas cacheadas. Mas, desde este domingo (30), ela resolveu mudar e agora o novo visual da dançarina não é nada parecida com o que todos já conheciam, parece que ela resolveu seguir o visual da Deborah Secco.

Visual que Deborah Secco usava até mês passado

Ela mesma cortou seu cabelo após um surto no último domingo (30), e no dia seguinte teve que ir ao salão para consertar o que tinha feito. Para quem não sabe, Rosiane sempre lutou contra depressão.

Em seu perfil oficial do Instagram, a morena apareceu com os cabelos cortados e ainda descoloridos. A mudança pegou muita gente de surpresa, mas rendeu muitos elogios, inclusive de amigos famosos. “Bicha bonita da zorra”, comentou Carla Perez. “Ficou show morena tem q mudar ousar reinventar mesmo ficou linda”, escreveu o cantor Reinaldinho.

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E como eu já imaginava mais cedo quando anunciei a vocês que eu surtei e mudei, recebi algumas críticas e muitos elogios, hoje em dia as pessoas estão pouco ligando se você está bem ou mal, se você está saudável ou doente, se você está com dinheiro ou sem, se você está ou não de depressão ou algum problema psicológico ou pessoal, as pessoas só querem falar e falar, e pelo fato de ser com um artista pensam que podem falar oque quer e que não tem problemas algum, atrás de um artista tem um ser humano igual cada um de vocês, atrás de um artista tem pessoas com problemas igual todos vocês! Parem e pensem oque vocês vão digitar no perfil de alguém pois vocês podem acabar destruindo o dia de uma pessoa simplesmente por você ter dado a sua "opinião" eu por exemplo mudei, mudei pq tive um surto no domingo (30) e resolvir eu mesma passar a tesoura no meu cabelo pq queria mudar, estava cansada da mesmisse e na manhã de segunda (1 de julho) fui ao salão para concertar e pintar oque eu havia feito, somos todos seres humanos com erros e acertos, ninguém sabe oque eu passo, ninguém sabe o quanto eu luto, quem me conhece sabe oque eu enfrento para conseguir algo, o quanto eu luto comigo mesma e com a depressão, não é nada fácil, eu quero trabalhar, eu quero voltar a TV, voltar a desfilar na Sapucaí e no Anhembi nas escolas de samba, voltar a modelar, a atuar, voltar com tudo que eu passei um bom tempo sem fazer! Ser artista! Eu resgatando uma pessoa que sei que está aqui pronta para trabalhar. E sim eu posso mudar ;muito, muitas vezes se quiser 🤷🏾‍♀️ Todas podem. Posso errar é as vzs nem saber oque é bom ou não para mim …. quem nunca errou ? Ou nunca se arriscou ? Tá gorda emagrece, cabelo cresce…. juventude passa e agente envelhece a beleza interior poucos enxergam e muitos nem valorizam, o caramelhor ter sonhos , desejos, vontades e de vez em quando se arriscar e fazer o que da na cabeça do ficar frustado(a) por nunca ter se arriscado. Obs: antes de ir no perfil de alguém para falar algo ofensivo ou “sinceridade” reflita e se ponha no lugar de alguém de vez em quando😉 #empoderamento #empoderamentofeminino #mudança #mudançaradical #mulher #negra #poder #amorproprio

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VIVA ILHÉUS: EVENTO FOI SUCESSO DE PÚBLICO, CONFIRA FOTOS E VÍDEO:

Uma multidão tomou conta da Avenida Soares Lopes, durante as noites de shows Viva Ilhéus, realizado de 27 a 29 de junho. Segundo o comando da Polícia Militar, pelo menos 20 mil pessoas ocuparam o circuito, por noite. Não faltou expectativa para os shows. Entre palco e trio, passaram as bandas Pipoco do Trovão, Xote Apimentado, Raneychas, Lauana Prado e a atração principal, Bell Marques, ex-vocalista da Banda Chiclete com Banana, na primeira noite.

FOTO: JUNIOR STYFLER

 

FOTO: JUNIOR STYFLER

Na sexta-feira (28), população e visitantes curtiram a segunda noite de festividades. Dessa vez, a sensação Edu e Maraial no palco do festival. A dupla sertaneja celebrou seu retorno às paradas de sucesso. Já no trio, a banda ilheense Pancadeixxon, que misturou os ritmos arrocha e funk, formando assim o conhecido pancadão. Quem conhece esperou a animação da banda Boteco das Amigas, Trio da Huanna e a cantora Anna Catarina.

 

FOTO: JUNIOR STYFLER

No sábado (29), último dia programação, as atrações Top Gan, Boyzinho, Dimitre Lorran, Stampa do Forró e Parangolé, de Salvador, atraiu cerca de 40 mil pessoas. que levantou a galera com novos e consagrados sucessos. O sucesso do Viva Ilhéus integra hoje o calendário baiano das festividades de época. O evento é capitaneado pela Prefeitura, Bahiatursa e Rede Bahia e se tornou uma marca da atual gestão municipal, com resgate das tradições juninas típicas do Nordeste.

E quem pensou que as atrações só aconteciam no circuito Arraiá de Jorge, se enganou. Quem conferiu os espaços conferiu a “Vila Cultural” que abrigou palco alternativo, barracas de bebidas e comidas típicas. No espaço, música, gastronomia e comercialização de produtos do artesanato local. Por lá, passaram os artistas da terra, como Jane Poeta, Nélio Jovita, Macacheira Estilizada, Banda Quente e Luiz Bob e os Gonzaga.

Os eventos festivos contaram com o apoio da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), que disponibilizou estrutura de atendimento com sala de atendimento médico e ambulâncias; Polícia Militar (PM), que manteve efetivo dedicado á festa; Corpo de Bombeiros; Guarda Civil Municipal (GCM) e Superintendência de Transporte, Trânsito e Mobilidade (Sutram), que trabalhou ordenamento do trânsito dos acessos a Avenida Soares Lopes.

CONFIRA AS FOTOS DO NOSSO FOTOGRAFO JUNIOR STYFLER!

 

Viva Ilhéus: Confira como foi o primeiro dia do evento, veja o vídeo!

A alegria tomou conta dos ilheenses que estiverem presentes ontem (27) no “Viva Ilhéus”, o evento teve sua abertura oficialmente na noite de ontem com um dos maiores nome do axé music, Bell Marques, que contagiou o publico com toda sua irreverencia, e também com as banda; pipoco do trovão, xote apimentado, boteco das amigas e para finalizar a noite, a nova sensação da musica sertaneja, Lauana Prado.

“A proposta do “VIVA ILHÉUS” é o resgate das tradições juninas e principalmente apresentar à Bahia um novo atrativo turístico em plena época de festejos juninos, mas sem concorrência direta com o São João, já que Ilhéus integra o Mapa do Turismo Brasileiro pelo Ministério do Turismo”, disse o secretario de turismo, Fabio Jr.

 

 

 

 

Ilhéus: ASSOCIAÇÃO É FORMADA POR MULHERES NO BANCO DA VITÓRIA

Foto: língua solta

Foto: Língua solta

Associação de Mulheres do Banco da Vitória se reuniu nesta quarta feira dia 26/06/2019 às  15 horas  na   Escola Municipal Herval Soledade, para uma assembleia geral onde aconteceu a escolha de membros e  as  assinaturas da  Ata de Fundação, Eleição e Formação da Diretoria.

A Associação  em formação terá  como objetivo,  fortalecer suas atividades sociais e culturais no Bairro Banco da Vitória e adjacências.

Maria Rita Santos Teixeira conhecida popularmente  de Mary – Presidente da AMBDV. Falou sobre a importância da associação  de Mulheres  do  Banco  da Vitória, onde unidas irão  lutar pelo bem estar da população  e com clamor  o apoio de todas as mulheres presentes.

 

A Ata foi lida pelo o colaborador Nilton Ramos, teve como instrutor estatutária Jorge Luiz, na oportunidade falou para todas da diretoria e associadas presentes a grande importância de lutarem pelo os seus objetivos e cumprirem o regimento da entidade.

Por: linguasolta

VIVA ILHÉUS: Ambulantes cadastrados no evento, serão beneficiados com isenção de taxas

Para garantir o sucesso do festival, a Prefeitura organizou estratégia de ordenamento dos ambulantes que irão trabalhar durante os três dias do Viva Ilhéus – o Arraiá de Jorge. Durante entrevista na manhã desta quarta-feira (26) ao programa “O Tabuleiro” da Ilhéus FM, o novo secretário de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente, Jerbson Moraes confirmou que os vendedores cadastrados no evento, serão beneficiados com isenção de taxas.

Segundo Jerbson, a interpretação equivocada gerou confusão entre ambulantes. “Em momento nenhum o prefeito Mário Alexandre pensou em deixar de fora do evento esses vendedores. Para aquecer o comércio, o prefeito acabou isentando os ambulantes das taxas para trabalharem no local durante os dias de festa, o que mostra o cuidado da Administração Municipal com a população”, disse o secretário em entrevista.

De acordo com a Superintendência de Indústria e Comércio, inicialmente, foram cadastradas cerca de 50 barracas, sendo 30 de bebidas e 20 de alimentos. Por se tratar de um grande evento, foram acrescentadas ainda mais 30 barracas para a comercialização. Na primeira etapa, o cadastro foi realizado no Palácio Paranaguá, e a segunda no prédio Anexo de Secretarias, situada à Rua Santos Dumont, s/n, centro.

Com crachás, os vendedores serão ordenados, distribuídos por diversos espaços próximo ao local, para proporcionar mais comodidade ao público e não prejudicar a mobilidade. Durante o cadastramento realizado, a Prefeitura orientou os comerciantes sobre a permissão de produtos, noções de higiene, proibição do trabalho infantil e da venda de bebida alcoólica para menores de 18 anos.

No Viva Ilhéus 2019 – o Arraiá de Jorge, a população contará com uma superestrutura que a festa merece. Terá vila, parque infantil, barraca de comidas típicas e quadrilhas juninas, além do apoio na segurança da Polícia Militar (PM), Corpo de Bombeiros, Guarda Civil Municipal (GCM) e Sutram. O evento integra o calendário comemorativo do Dia da Cidade entre os dias 27 e 29 de junho.

UNA: Festa junina movimenta Ilha de Comandatuba, veja o vídeo!

Música de qualidade num ambiente rústico e aconchegante, contaminado pela alegria e descontração das pessoas. Foi assim a noite de sábado, 23, do São João de Comandatuba, no município de Una.

A banda Zabumbahia, conhecida na região pela boa interpretação de rits de forró, deu o tom da festa. Licor, amendoim, milho cozido, entre outras iguarias, reforçaram a energia de quem optou por varar a madrugada dançando forró.

O São João de Comandatuba é tradição no povoado e se fortalece a cada ano, porque tudo é feito com o envolvimento da comunidade local. Uns levam pratos típico da época, enquanto que outros contribuem com pequena quantidade de dinheiro.

POR: DIÁRIO BAHIA

POR: DIÁRIO BAHIA

No final, tudo é traduzido numa festa basicamente familiar, mas aberta a todas as pessoas que ali chegam movidas pelo espírito junino. E viva o São de Comandatuba!

VEJA O VÍDEO:

LGBT: Ativistas em Botsuana celebram descriminalização da homossexualidade

Faz duas semanas que ser gay ou lésbica não é mais crime em Botsuana.

No dia 11 de junho, o país tornou-se o segundo no continente africano a descriminalizar, neste ano, a homossexualidade (o vizinho ao norte, Angola, foi o primeiro).

Trechos dos artigos 164, 165 e 167 do Código Penal botsuanês foram eliminados — e, junto com eles, a pena de até 7 anos de prisão prevista no texto.

“Essa foi uma vitória tão grande para todos nós da comunidade LGBT”, diz Carmelo Yoko, artista e fotógrafa que mora em Tonota, uma pequena vila perto de Francistown, a segunda maior cidade de Botsuana.

Desde então, diz Carmelo, tudo está mais ou menos como sempre foi: tranquilo. O país, de 2,25 milhões de habitantes, tem uma cultura pacífica, cenário diferente da vizinha África do Sul, dizem ativistas.

Botsuana descriminalizou a homossexualidade em 11 de junho. — Foto: Rodrigo Sanches/G1Botsuana descriminalizou a homossexualidade em 11 de junho. — Foto: Rodrigo Sanches/G1

Botsuana descriminalizou a homossexualidade em 11 de junho. — Foto: Rodrigo Sanches/G1

Uma das maiores mudanças é que a descriminalização deve vir como uma forte mensagem à comunidade de Botsuana de que gays e lésbicas não podem ser ridicularizados ou perseguidos: é nisso que acredita Caine Youngman, ativista de direitos humanos em Gaborone, capital de Botsuana.

Acessar serviços de saúde também deve ficar mais fácil para a população LGBT: em alguns casos, relata Youngman, profissionais abriam escrituras da Bíblia, ridicularizavam ou tinham medo de oferecer ajuda, por temerem perseguição por auxiliar essas pessoas a irem contra a lei.

Além de ter o acesso a esses serviços dificultado, o ativista explica que muitos LGBTs sofriam violência doméstica em silêncio ou aceitavam chantagens porque não podiam ir à polícia, já que estar em relações com uma pessoa do mesmo sexo era crime. Outros faltavam às aulas ou deixavam a escola por causa de bullying, tornavam-se um fardo para a família e acabavam sem ter para onde ir, voltando-se à prostituição.

O ativista pelos direitos humanos em Botsuana Caine Youngman — Foto: Arquivo pessoalO ativista pelos direitos humanos em Botsuana Caine Youngman — Foto: Arquivo pessoal

O ativista pelos direitos humanos em Botsuana Caine Youngman — Foto: Arquivo pessoal

“[A mudança] também é um recado de que, se você acredita que está certo, pode ir ao tribunal, e a justiça vai prevalecer. [A decisão] nos dá fé e esperança no sistema judicial de Botsuana”, diz Youngman, que é gay e trabalha na ONG Legabibo, voltada para os direitos de lésbicas, gays e bissexuais de Botsuana e que só foi legalizada definitivamente em 2016.

Herança colonial

Os artigos do código penal de Botsuana que criminalizavam a homossexualidade são uma herança colonial. Entre 1885 e 1966, o país foi protetorado britânico e se chamava Bechuanaland. A própria Inglaterra já havia estabelecido, em 1533, que relações sexuais entre homens eram passíveis de morte.

O texto botsuanês não bania, explicitamente, relações entre pessoas do mesmo sexo, mas, sim, “ter conhecimento carnal de qualquer pessoa contra a ordem da natureza” ou tentar fazê-lo. Também proibia que “qualquer pessoa, em público ou privado, cometa qualquer ato de indecência com outra pessoa”. A palavra “privado” foi removida da legislação.

Apesar de não citar a homossexualidade, a norma só era aplicada, na prática, a casais gays, diz Youngman — Foto: Arquivo pessoalApesar de não citar a homossexualidade, a norma só era aplicada, na prática, a casais gays, diz Youngman — Foto: Arquivo pessoal

Apesar de não citar a homossexualidade, a norma só era aplicada, na prática, a casais gays, diz Youngman — Foto: Arquivo pessoal

Apesar de não citar a homossexualidade, a norma só era aplicada, na prática, a casais gays, diz Youngman. Segundo o ativista, a última condenação pela lei foi em 2016, mas o homem que foi preso ficou na cadeia por apenas alguns meses. Ele foi contemplado com um perdão governamental distribuído a várias pessoas quando o país completou 50 anos de independência.

Mesmo assim, ficou com o registro na ficha. Ele não fala sobre o caso, segundo Youngman. E não é o único.

“As pessoas têm medo do tribunal, da mídia. Elas têm medo que, se esses casos se tornarem grandes, não consigam achar um emprego depois. Algumas delas não são assumidas. Elas optam por cumprir a pena [de até 7 anos]”, explica.

Em 2010, o país aprovou uma emenda às leis trabalhistas que proibiu demissões por causa de orientação sexual ou estado de saúde, inclusive quanto a ter ou não o vírus HIV.

Juiz contra a marginalização de minorias

Pessoas assistem ao julgamento da decisão que descriminalizou a homossexualidade em Botsuana no dia 11 de junho — Foto: Associated PressPessoas assistem ao julgamento da decisão que descriminalizou a homossexualidade em Botsuana no dia 11 de junho — Foto: Associated Press

Pessoas assistem ao julgamento da decisão que descriminalizou a homossexualidade em Botsuana no dia 11 de junho — Foto: Associated Press

No dia 11, o juiz Michael Leburu, um dos que assinaram a decisão, declarou que “a dignidade humana é prejudicada quando grupos minoritários são marginalizados”.

Ele e outros dois colegas afirmaram, na sentença, que criminalizar relações sexuais entre adultos do mesmo sexo “perpetua o estigma e a vergonha contra homossexuais e os torna reclusos e isolados. As minorias, que são vistas pela maioria como desviantes ou párias, não devem ser excluídas ou ostracizadas. A discriminação não tem lugar neste mundo”.

A sentença foi comemorada no Twitter sob a hashtag #revoguem164, uma referência a um dos artigos que foram modificados. Youngman espera que a decisão contribua para reverter outras no continente africano, inclusive uma recente no Quênia que foi no sentido contrário e manteve a homossexualidade como crime.

Em Botsuana, mesmo com a mudança, o clima ainda é de cautela, dizem os ativistas.

Laone van Vuuren é formado em relações públicas e administra um serviço de bufê em Gaborone, Botsuana — Foto: Arquivo pessoalLaone van Vuuren é formado em relações públicas e administra um serviço de bufê em Gaborone, Botsuana — Foto: Arquivo pessoal

Laone van Vuuren é formado em relações públicas e administra um serviço de bufê em Gaborone, Botsuana — Foto: Arquivo pessoal

“Eu não diria que as pessoas têm medo de sofrer crimes de ódio, mas estamos cautelosos”, afirma Laone van Vuuren, que é formado em relações públicas, é gay e administra um serviço de bufê em Gaborone.

“Nós somos, de forma geral, uma sociedade conservadora, então nem casais hétero demonstram afeto em público com frequência. Não é comum, em Botsuana, ver casais se beijando na rua, sejam LGBT ou não”, afirma.

“Eu acho que o sentimento geral é de euforia e triunfo para a comunidade LGBT, assim como de apoio para as pessoas não-LGBT em Botsuana que acreditam na proteção de direitos humanos em todo o país”, diz Laone.

Ativistas pelos direitos LGBT comemoram decisão da Suprema Corte em Gaborone, Botsuana, no dia 11 de junho — Foto: Associated PressAtivistas pelos direitos LGBT comemoram decisão da Suprema Corte em Gaborone, Botsuana, no dia 11 de junho — Foto: Associated Press

Ativistas pelos direitos LGBT comemoram decisão da Suprema Corte em Gaborone, Botsuana, no dia 11 de junho — Foto: Associated Press

Mas nem todos estão satisfeitos com a decisão. Por ser um país cristão, explica o ativista, há reações contrárias. Segundo levantamento do Pew Research Center, de 2010, 64% da população do país é protestante, e 22%, católica.

Youngman, que cresceu em uma família católica, também acredita que a religião é um dos fatores que contribuem para o preconceito contra a população LGBT em Botsuana. O ativista da Legabibo relata que foi a diversas igrejas para tentar harmonizar sexualidade e fé.

“As igrejas tentavam me fazer mudar, elas fazem você acreditar que isso é possível. Mas, à medida que eu crescia, esses sentimentos ficaram mais fortes, e eu decidi me aceitar”.

Foi a partir dali que ele começou a se dedicar a defender os direitos humanos no país. “Eu não queria que outras pessoas passassem pelo que eu passei”, diz.

A família, por outro lado, aceitou bem saber que ele é gay. Quando veio a público com sua sexualidade, relata Youngman, ele era um dos poucos homens abertamente gays no país, e vários LGBTs o procuravam em busca de ajuda. O ativista acabava abrigando pessoas na casa onde morava, na época, com a mãe.

Pessoas comemoram mudança na lei de Botsuana que descriminalizou a homossexualidade no país no dia 11 de junho — Foto: Associated PressPessoas comemoram mudança na lei de Botsuana que descriminalizou a homossexualidade no país no dia 11 de junho — Foto: Associated Press

Pessoas comemoram mudança na lei de Botsuana que descriminalizou a homossexualidade no país no dia 11 de junho — Foto: Associated Press

Entre as dificuldades enfrentadas pela população LGBT do país está, por exemplo, a mudança de gênero em documentos oficiais de pessoas trans, o que pode dificultar oportunidades de emprego ou que elas viajem para fora do país.

Em uma decisão histórica do tipo, de outubro de 2017, a Suprema Corte de Botsuana permitiu a um homem trans botsuanês mudar de gênero nos documentos, depois de uma batalha judicial que durou 10 anos, segundo a agência de notícias Reuters.

Já os atos de violência costumam acontecer com mais frequência em lugares isolados, relata Youngman. “As pessoas não são de criar confronto, elas evitam dizer coisas na sua cara”, diz.

Apesar de serem incomuns, segundo os ativistas, incidentes em que há violência física também ocorrem. Em novembro do ano passado, uma mulher trans foi agredida na porta de uma boate em Gaborone, em público, e a ação foi filmada e postada em redes sociais.

Carmelo Yoko é fotógrafa e artista em uma pequena vila perto de Francistown, segunda maior cidade de Botsuana — Foto: Arquivo pessoal/SetabaneCarmelo Yoko é fotógrafa e artista em uma pequena vila perto de Francistown, segunda maior cidade de Botsuana — Foto: Arquivo pessoal/Setabane

Carmelo Yoko é fotógrafa e artista em uma pequena vila perto de Francistown, segunda maior cidade de Botsuana — Foto: Arquivo pessoal/Setabane

“Em Botsuana, a violência tende a ser mais verbal do que física, como no Facebook ou no rádio”, diz Carmelo Yoko, que é lésbica. “O estupro corretivo, por exemplo, acontece aqui às vezes também, mas não é tão comum quanto na África do Sul”, diz a artista.

O termo “estupro corretivo” é usado quando o crime é cometido com o objetivo de controlar o comportamento social ou sexual da vítima.

Para Carmelo, ainda é cedo para dizer se a situação no país melhorou ou piorou. “O que posso dizer é que, até agora, não há muita diferença. Somos, agora… bom, acho que não somos ilegais — não somos mais criminosos. Mas isso é só um passo na direção certa”, ressalva.

Mesmo com a descriminalização em Botsuana, a homossexualidade continua sendo crime em 32 dos 54 países da África. Em 4 deles — Mauritânia, norte da NigériaSomália Sudão — é passível de morte, segundo levantamento da Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Trans e Intersexo.

Ser gay ainda é crime em 32 dos 54 países da África, mesmo após a descriminalização em Botsuana — Foto: Juliane Monteiro/G1Ser gay ainda é crime em 32 dos 54 países da África, mesmo após a descriminalização em Botsuana — Foto: Juliane Monteiro/G1

Ser gay ainda é crime em 32 dos 54 países da África, mesmo após a descriminalização em Botsuana — Foto: Juliane Monteiro/G1

No Egito, apesar de a homossexualidade não estar prevista em lei como crime, é considerada assim “de fato”.

No continente africano, o único país que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo e lhes dá garantias constitucionais é a África do Sul, onde a legislação foi aprovada em 2006.

FONTE: G1

INSTAGRAM: Função que permite colocar música nos stories chega ao Brasil

Já viu aquele amigo que está no exterior colocar músicas nas stories do Instagram e não conseguiu ouvir porque a função não estava disponível por aqui? Esse problema ficou no passado. A partir desta terça-feira (25) o Facebook, que é dono do Instagram, traz para o Brasil todos os produtos musicais das plataformas da rede social.

Agora será possível adicionar músicas aos stories de Facebook e Instagram, além de colocar uma nova seção só com músicas no perfil do Facebook. Também será possível fazer dublagens de canções (função chamada de lipsync em inglês) em transmissões ao vivo na rede social.

Para adicionar uma música a um story, um novo sticker será adicionado como opção aos usuários brasileiros no Facebook e no Instagram. Quando uma canção for escolhida, é possível escolher o trecho que vai tocar para os seguidores e, se a música tiver letras disponíveis no Instagram, elas aparecerão na tela.

A função de música nos stories foi anunciada em junho do ano passado no Instagram e em outubro no Facebook.

“Além das licenças de gravadoras internacionais já disponíveis, fizemos parcerias com gravadoras, distribuidoras, editoras e sociedades que representam compositores locais para garantir que as músicas que as pessoas mais gostam no Brasil pudessem ser adicionadas às publicações”, disse Álvaro de Torres, que lidera o setor de desenvolvimento de negócios e parcerias musicais para o Facebook na América Latina.

ITABUNA: MORRE EX-VEREADOR CARLITO DO SARINHA

O ex-vereador Carlito do Sarinha morreu neste domingo (23) no Hospital Calixto Mdlej Filho, onde estava internado há cerca de um mês se recuperando de um infarto.

Carlito tinha 66 anos, e estava licenciado da presidência do Solidariedade e foi vereador por cinco mandatos em Itabuna. O Velório será no SAF e o sepultamento nesta segunda-feira, 24, às 16 horas.

Por: ipolítica

ILHÉUS: Prefeitura realiza captura de animais de grande porte soltos em vias públicas

O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) iniciou na segunda-feira (17) e vai até sábado (22), ação de captura dos animais de grande porte soltos em bairros e locais de livre acesso ao público. A operação foi desenvolvida com base nas leis municipais 3.257/2006 e 3.741/2015. A Divisão de Vigilância em Saúde considera que durante as festividades juninas, a cidade recebe grande quantidade de visitantes, o que pode ocasionar em acidentes automobilísticos causados por animais soltos nas rodovias, principalmente equinos.

Segundo informou o CCZ, já foram capturados até o momento, cerca de 52 equinos em vias públicas. Os animais recolhidos às dependências do centro, foram registrados com menção da espécie, registro do dia, local e período da apreensão, raça, sexo, pelagem, além de sinais característicos e outros elementos apresentados. Em seguida, passaram por avaliação veterinária e exame de anemia infecciosa equina (AIE).

Conforme as penalidades previstas nas leis, o proprietário do animal apreendido ficará sujeito ao pagamento de multa, despesas de transporte, de alimentação, assistência veterinária e outras, mediante guia de depósito a ser emitida pela Secretaria Municipal de Saúde (Sesau). O animal só poderá ser resgatado diante do comprovante de pagamento das multas e penalidades, juntamente com o comprovante de residência, RG e CPF do proprietário do animal.

O CCZ informa ainda que, caso o animal seja apreendido pela terceira vez, não poderá mais ser resgatado pelo seu proprietário. O setor irá determinar o destino para o animal, conforme Lei 3.741/15.





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