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:: 28/out/2021 . 21:06

“Bolsonaro se comportou como genocida”, diz Lula

Bolsonaro não teve dó nem piedade de nenhuma das pessoas que morreram” declarou Lula | Reprodução/Instagram/Por SBT NEWS

O ex-presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, declarou em suas redes sociais que “Bolsonaro se comportou como genocida” durante o combate a pandemia do coronavírus. Nesta 5ª feira (28.out), Lula concedeu entrevista a rádio Jovem Pan de Sorocaba e atacou o atual presidente.

“Bolsonaro não teve dó nem piedade de nenhuma das pessoas que morreram”, apontou a respeito das mais de 600 mil vidas perdidas para a doença. Na avaliação de Lula, o governo Bolsonaro trata a área da saúde com “muito desprezo” e reforça que o presidente desrespeitou a medicina ao contrariar orientações médicas sobre a prevenção e os cuidados com o covid.

O ex-presidente ainda se pronunciou sobre a CPI da Pandemia, já que o pedido de indiciamento de genocídio contra Jair Bolsonaro teria sido retirado do relatório final. O relator da CPI, o senador Renan Calheiros (MDB-AL), chegou a incluir a sugestão mas enfrentou divergência entre senadores para com à tipificação, logo trocou o termo por “crime contra a humanidade”.

“Embora a CPI não tenha colocado a palavra por terem alegado implicações jurídicas, nós sabemos que o Bolsonaro se comportou como um verdadeiro genocida. Pra ele sacos pretos carregando corpos não significavam nada. Essa é a verdade.” escreveu Lula em sua conta no Twitter.

STF decide que injúria racial é crime imprescritível

O crime de injúria racial será analisado da mesma forma que o de racismo: sem prescrição | Reprodução: Tomaz Silva/Agência Brasil

O Supremo Tribunal Federal decidiu, nesta 5ª feira (28.out), que o crime de injúria racial é imprescitível, podendo ser punido sem que haja a prescrição do delito. O julgamente teve início em novembro de 2020, mas havia sido interrompido a pedido do ministro Alexandre de Moraes, que pediu mais tempo para analisar o caso.

Além de Moraes, os ministros Edson Fachin, Rosa Weber, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux, Cármen Lúcia, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski votaram a favor da medida. O único voto contrário foi o do ministro Kassio Nunes Marques, que afirmou que não cabe ao Supremo definir quais são os delitos que devem ser enquadrados. O placar final foi de 8 a 1.

Entre os casos analisados pela Corte, está o de uma idosa em Brasília. A mulher foi condenada em 2013 após ofender uma frentista, chamando a de “negrinha nojenta”. A acusada, alegando que o Judiciário havia demorado para analisar os recursos, pediu para não ser punida. O STF, no entanto, rejeitou o pedido.





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