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:: 5/set/2021 . 14:37

Covid-19: Brasil recebe novo lote com 1,1 milhão de doses de vacina da Pfizer

Imunizante da Pfizer é o terceiro mais utilizado na campanha de vacinação no Brasil | Myke Sena/MS/ SBT News

Na manhã deste domingo (5.set), a farmacêutica Pfizer entregou um novo lote com 1.146.600 doses da vacinas contra covid-19 ao Brasil. Este é o 64º envio da farmacêutica norte-americana ao governo brasileiro, totalizando 62 milhões das 100 milhões de doses contratadas em março deste ano.

De acordo com a Pfizer, outro lote com 1.141.920 imunizantes deve desembarcar ainda hoje no aeroporto de Viracopos, em Campinas.

Todas as doses serão destinadas ao Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde, que ficará responsável pela divisão e distribuição das vacinas entre os Estados e municípios.

O imunizante da Pfizer é o terceiro mais utilizado na campanha de vacinação contra o novo coronavírus no Brasil. Outras vacinas utilizadas são a da CoronaVac, AstraZeneca e Janssen.

Polícia: Ambulante é espancada e morta após cobrar dívida de R$ 25; veja o vídeo

Uma vendedora ambulante foi espancada e morta pela vizinha em Cascadura, bairro da zona norte do Rio de Janeiro. Segundo testemunhas, o crime foi cometido após Darah Moreira Duarte, de 25 anos, ter cobrado uma dívida de R$ 25. Um vídeo das agressões foi publicado nas redes sociais.

A vítima foi surpreendida após sair de uma padaria perto do local onde mora. Nas imagens, a mulher é vista tentando se defender, mas cai no chão e sofre uma sequência de golpes na cabeça. Pessoas que estavam no local incentivavam os atos de crueldade e não prestaram ajuda à vítima.

A ambulante chegou a ser socorrida, porém não resistiu aos ferimentos. Parentes de Darah foram até o Instituto Médico Legal (IML) para reconhecer o corpo. Em entrevista, uma tia da vítima desabafou: “Isso não se faz nem com cachorro”.

Gabriele já foi ouvida pela polícia, mas segue em liberdade. A divisão de homicídios, que investiga o caso, aguarda laudo do IML para concluir o inquérito. A família da vítima realizou uma vaquinha para conseguir enterrar a ambulante em cerimônia que ocorrerá neste sábado (3.set).

 

Educação: Maioria das federais não tem previsão de retomada 100% presencial

A universidade federal do sul da Bahia também segue sem previsão de retorno 100% presencial.

A maior parte das universidades federais do país não possui uma data definida para retorno às aulas presenciais após mudanças no ensino provocadas pela pandemia de covid-19. Levantamento do SBT News aponta que entre as principais instituições do tipo, apenas cinco têm uma previsão de funcionamento 100% presencial. Nenhuma universidade aposta na retomada ainda em 2021, a despeito do que vem ocorrendo em parte das instituições de ensino particulares.

A Universidade Federal do Vale do São Francisco, em Pernambuco, é a que trabalha com a data mais próxima para a retomada presencial: 31 de janeiro de 2022. Em seguida está a Universidade Federal do Rio de Janeiro, que estuda a possibilidade de volta 100% presencial no primeiro semestre de 2022. As universidades federais de Santa Catarina, Rural do Rio de Janeiro e a do Norte do Tocantins também citam possibilidade no próximo ano. Todas destacam, no entanto, que as datas dependem do controle da pandemia no Brasil.

Uma data para a retomada de todas as atividades presenciais não faz parte do cronograma de outras 39 universidades no país — a maior parte delas em capitais. A quantidade representa 56% de todas as instituições do tipo em território nacional. Ao todo, o Brasil possui 69 universidades públicas ligadas à federação. Outras 24 não responderam. A reportagem não conseguiu contato com apenas uma, a de Rondônia.

À reportagem, uma professora da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), disse acreditar que as aulas presenciais devem voltar a ser como eram antes apenas em 2023. A instituição, no entanto, não crava uma data de retorno presencial. E aponta que parte das atividades ocorrerá presencialmente — em modelo chamado de híbrido — a partir de 20 de setembro. A expectativa de retorno total ocorrerá após outras análises sobre o tema, a depender das melhorias sobre as condições epidemiológicas.

“Estamos na fase 6, que delega algumas atividades presenciais e outras remotas. Quando estivermos na fase 7, estaremos 100% com as atividades presenciais. Estamos acompanhando a retomada das atividades com tranquilidade para que possamos definir o momento exato para passar para a próxima fase”, afirmou a pró-reitora de Graduação da UFPE, Magna do Carmo Silva.

O decano de Graduação da Universidade de Brasília, Diêgo Madureira, também destaca que as universidades passaram por difíceis adaptações desde o início da crise sanitária, o que impactou o ensino. “A depender do tipo de curso, as adaptações mudam muito e podem ser impeditivas. Esses prejuízos estão dados, e a gente não pode negar, porque estão acontecendo na pandemia”, afirma. “Todo semestre há um novo debate para quais riscos de retomar a volta às aulas presencialmente”, completa.

“É difícil a gente fazer uma prospecção tão longa. Temos fases e critérios para passar de uma fase para outra, a depender da progressão [da pandemia]. Pode ser que a gente passe dois semestres, ou um só, se a pandemia não tiver um recrudescimento. O que a gente faz é um planejamento de cada uma das etapas, cada atividade, percentual de estudantes… A gente se reúne a cada semestre para definir, ou não, a próxima etapa”, diz o representante da UnB.

Além dos desafios para retorno presencial, as universidades enfrentam atraso nos calendários acadêmicos. Segundo divulgação da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), a maioria das universidades ainda está finalizando os cronogramas de 2020.

O Ministério da Educação foi contactado para conceder informações sobre quais foram as orientações a respeito da retomada presencial, mas a pasta limitou-se a responder que a orientação é a mesma dada em dezembro de 2020: de que as aulas deveriam ocorrer de forma presencial a partir de março de 2021, avaliando protocolos de biossegurança de cada local: “A data é tida como referência, visto que as universidades federais possuem autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira”.





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