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Faltando duas semanas para o término do BBB 21, a Globo já começa a pensar no futuro de alguns dos participantes dentro da rede. De regra, apenas o segundo e o terceiro colocados ganham um vínculo de três meses, enquanto o vencedor é contratado pelo canal até o término da temporada seguinte. Neste ano, a tendência é a de que a emissora mantenha em seu quadro — mesmo que de forma temporária — nomes que já foram eliminados da competição, como Rodolffo Mathaus e Karol Conká. Além disso, há uma certeza: Juliette Freire só não fica na empresa se não quiser.

Os executivos da Globo avaliam Juliette como um case nunca antes visto na história dos realities no país. Em menos de três meses, a anônima se tornou mais popular do que praticamente todos os outros participantes da história do Big Brother Brasil. Ela já acumula quase 22 milhões de seguidores em uma rede social, tem índices recordes de engajamento e, principalmente, tem atraído resultados surpreendentes para os patrocinadores do programa — nem mesmo as celebridades que foram confinadas tiveram mobilização semelhante.

Além disso, a diretoria da rede detectou outros fatores interessantes na paraibana de 31 anos. Para parte da cúpula, o seu comportamento dentro do confinamento comprova que ela é carismática e articulada. A grande dualidade entre as suas profissões, de maquiadora e advogada, também pesa ao seu favor na avaliação da emissora e contribuí para que haja o entendimento de que ela consegue fluir de maneira natural em funções completamente opostas.

Mesmo que não ganhe o BBB 21, já é possível afirmar que Juliette Freire receberá uma proposta para continuar na Globo por pelo menos um ano. Para os executivos da rede, a sua contratação seria benéfica até para reafirmar um discurso muito endossado pela empresa publicamente: o da diversidade. A emissora tem poucos nordestinos em seu casting de apresentadores, e tem tido dificuldades para conseguir rostos jovens para atuar em seus programas — e ela alia justamente os dois fatores que mais interessam aos diretores da rede na atualidade.

Por enquanto, a tendência é de que ela seja aproveitada inicialmente no time dos apresentadores do É de Casa. O programa das manhãs de sábado virou o maior laboratório da empresa para testar seus profissionais: Thelma Assis, que ganhou o reality no ano passado, foi testada no comando da revista eletrônica em novembro do ano passado. Bem avaliada pela cúpula, foi contratada de forma definitiva para integrar o time de especialistas do Bem Estar.

Tiago Leifert, atual titular do BBB, também esteve no time da atração para amadurecer antes de ser avaliado apto para herdar o posto de Pedro Bial. André Marques, que ganhará mais espaço na programação da Globo com o No Limite, é outro nome que também integrou o time do matinal como preparação para desafios maiores.