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:: 8/abr/2021 . 21:16

Ilhéus: Prefeitura e TJBA vistoriam áreas para construção do novo fórum

A Prefeitura de Ilhéus e o Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) dão continuidade às tratativas para construção do novo fórum na cidade. Nesta quarta-feira (7), o prefeito Mário Alexandre, acompanhado do juiz diretor do Foro da Justiça Estadual de Ilhéus, Antônio Carlos Hygino e de equipe técnica, visitou algumas áreas que serão apreciadas pelo Poder Judiciário para edificação do equipamento. De acordo com o prefeito, as novas instalações irão modernizar, facilitar e ampliar o atendimento ao cidadão.

“A gente precisa sempre inovar. Junto com o Tribunal de Justiça estamos avaliando algumas áreas para construir o novo fórum e atender bem a nossa população. Em todos os sentidos a gente tem procurado avançar e melhorar a qualidade de vida do nosso povo. Então, estou extremamente feliz e lutando. Visitamos alguns terrenos e iremos discutir com as partes – Município, Tribunal de Justiça, OAB – e com todos os setores interessados, para que a gente possa construir um espaço moderno, com qualidade e acessibilidade para atender as pessoas com muito carinho e respeito”, frisou o gestor ilheense.

O diretor do Foro, por sua vez, frisou a importância da parceria entre o Executivo Municipal e o Judiciário para atender a demanda processual da Comarca de Ilhéus. “Quero agradecer ao prefeito Mário Alexandre pela disponibilidade em indicar áreas que serão objetos de apreciação do Tribunal, através do setor competente, no sentido de construir o mais rápido possível o novo fórum, para atender melhor os jurisdicionados e provocar o desenvolvimento da cidade”.

O prefeito se dispôs a viabilizar os trâmites para doação da área e na contrapartida, o espaço do fórum que já existe, na região central da cidade, será recuperado para abrigar setores do Poder Executivo, diminuindo os custos e proporcionando infraestrutura adequada para atender e prestar um serviço de qualidade para a sociedade.

Itabuna, Jacobina e Lauro de Freitas recebem carreta do SAC Móvel

As cidades de Itabuna, Jacobina e Lauro de Freitas recebem o SAC Móvel. Em Itabuna, a carreta está na Praça do Cacau, no centro da cidade, a partir de segunda-feira (12), e vai atender de 8h às 16h30. Em Jacobina, a população encontra o SAC Móvel na Praça Presidente Kennedy, na região central do município, também a partir de 12 de abril, atendendo de 7h às 15h. Já em Lauro de Freitas, o atendimento começa na terça-feira (13), e o caminhão fica na Praça João Thiago dos Santos, próximo à Igreja Santo Amaro de Ipitanga. O atendimento é de segunda a sexta-feira, de 8h às 16h.

Os serviços disponíveis são RG, CPF e Antecedentes Criminais, além da Ouvidoria Geral do Estado (OGE). O atendimento no SAC Móvel é realizado 100% por agendamento, através do SAC Digital. Para ter acesso à plataforma, é só baixar o aplicativo SAC Digital ou digitar o endereço http://www.sacdigital.ba.gov.br na internet. Para outras informações, a Secretaria da Administração (Saeb) disponibiliza o site institucional do SAC (www.sac.ba.gov.br) e o call center: (71) 4020-5353 (ligação de celular) ou 0800 071 5353 (ligação de fixo).

Medidas de segurança

A Rede SAC reforça a necessidade dos cidadãos redobrarem a atenção aos cuidados recomendados pelo Governo do Estado e pela Organização Mundial de Saúde (OMS) ao se dirigem ao SAC Móvel. Entre as medidas de segurança adotadas pela Rede SAC estão a disponibilização de dispensers com álcool a 70%; reforço na higienização das dependências da carreta, bem como dos móveis; reorganização do espaço de espera para promover o distanciamento, e controle da quantidade de agendamentos, reduzindo o número de pessoas no ambiente, como determina o Decreto Estadual 19.529/20.

Boa notícia: Bahia recebe mais 281.400 doses de vacinas, entre Coronavac e Astrazeneca

Mais 281.400 doses de vacinas contra a Covid-19 chegaram à Bahia nesta quinta-feira (8). Do total, 152 mil foram produzidas pela Fiocruz/Astrazeneca/Oxford e 129.400 pelo Butantan/Sinovac. Com esta carga, que chegou ao aeroporto de Salvador por volta das 9h45, o estado totaliza 3.274.950 doses recebidas, entre Coronavac e Oxford, desde o dia 18 de janeiro, quando chegou a primeira remessa. Este é o décimo segundo envio que chega à Bahia.

O secretário da Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, explica que “as vacinas serão enviadas imediatamente aos municípios, em uma operação que conta com aeronaves do Grupamento Aéreo [Graer] da Polícia Militar e da Casa Militar do Governador [CMG], logo após a conferência da carga pela equipe de imunização do estado”.

As vacinas que chegaram nesta quinta-feira (8) serão enviadas, exclusivamente, aos municípios que aplicaram 85% ou mais das doses anteriores. Esta é uma decisão da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), que é uma instância deliberativa da saúde e reúne representantes dos 417 municípios e o Estado.

Esta nova remessa dará possibilidade de que continue sendo imunizado o público-alvo da primeira fase do plano de vacinação contra Covid-19. Em definição feita em CIB, há ainda autorização para os municípios que conseguirem alcançar as metas da primeira fase, ampliarem a aplicação das doses para idosos de 60 anos ou mais. A população quilombola, pessoas com doença renal crônica em tratamento de hemodiálise e profissionais das forças de segurança também continuarão a ser vacinados, como ficou definido em reunião da CIB.

Em um comparativo nacional, a Bahia está posicionada como segundo estado que vacinou o maior percentual da população. Os dados precisos, com número de pessoas vacinadas, são atualizados regularmente e podem ser encontrados no painel de vacinação da Secretaria da Saúde do Estado.

Saúde: Mesmo com vacina, medidas sanitárias de segurança têm que continuar

Por: Veja

Portugal entrou hoje na segunda fase do desconfinamento – o que significa que nesta semana reabrem museus, monumentos, palácios e galerias de arte do país, além de lojas de bens não essenciais (como roupa ou calçado). Na Inglaterra, a previsão é de que cabeleireiros, lojas não essenciais e bares e restaurantes reabram no próximo dia 12. Ambos realizaram lockdowns e viram o efeito dos recuos: no primeiro caso, o confinamento fez a média móvel de sete dias de casos diários cair dos 12.478 em 26 de janeiro para 418 no último dia 4, e os óbitos (média móvel) caírem de 290 em 1º de fevereiro para 6 também até o último dia 4. No segundo, uma em cada 370 pessoas testou positivo para Covid-19 na semana até 27 de março, contra uma para 340 pessoas na semana anterior.

No dois países, apesar dos primeiros passos na reabertura, seguem em vigor as medidas sanitárias de proteção: distanciamento social, higienização das mãos e dos espaços públicos e não-aglomeração. Talvez agora, no momento em que a reabertura se inicia, tais medidas talvez sejam até mais necessárias que antes.

Isso porque nós, seres humanos, temos a tendência a nos expormos mais ao risco à medida em que aumenta a sensação de que estamos em segurança. Esse fenômeno foi batizado de Efeito Peltzman, em homenagem ao professor de Economia da Universidade de Chicago Sam Peltzman. A vacinação cria a sensação de que só de saber que o imunizante está disponível, ou a caminho, já se pode de algum modo começar a relaxar nos cuidados para prevenir o contágio.

Essa sensação de segurança, é claro, não encontra apoio nos fatos. A vacina só começa a oferecer imunidade algumas semanas depois de ministrada a segunda dose. Além disso, embora a imunização torne menores os riscos de desenvolvimento de um quadro grave ou óbito no caso de uma reinfecção, não impede que esta aconteça – e reinfectada, a pessoa pode continuar a transmitir. Isso tudo sem considerar as variantes, para as quais a eficácia da vacina é incerta.

Relatos na imprensa internacional dão conta de pessoas que, ao chegarem a centros de vacinação, colocam a máscara sob o queixo e ignoram o distanciamento. Mesmo entre profissionais da saúde se observou menos cuidados no uso de equipamentos de segurança – o que tem efeito potencialmente desastroso, dado o risco de infecção a que tais pessoas ficam expostas.

No Brasil, onde a vacinação caminha em ritmo angustiantemente lento, mesmo à luz dos números de óbitos e infecções, mal se consegue fazer com que o uso de máscara se torne a regra.

Por falar em números, sua leitura enviesada é outro fator que pode proporcionar essa falsa sensação de segurança. O que se faz para tentar dizer que a situação no Brasil não é tão negativa é ora considerar os números absolutos, ora considerá-los em proporção. Mas não parece que seja possível fazer uma leitura menos negativa dos números em nosso país.

Segundo dados do site Our World in Data (da Universidade de Oxford), em 31 de março ocorreram 11.769 óbitos por Covid em todos os países do mundo – uma população de quase 7,8 bilhões. No Brasil – com 212 milhões de habitantes (2,7% da população mundial), no mesmo dia, houve 3.869 óbitos por covid. Ou seja: de cada cem pessoas no mundo, três são brasileiras; e de cada cem casos de morte por Covid-19, 33 ocorreram no Brasil. Não há leitura positiva possível num quadro assim.

No Brasil, a vacinação ocorre a conta-gotas; não houve restrições de deslocamento sequer parecidas com o observado em Portugal, Inglaterra e outros países; e o avanço da Covid-19 segue descontrolado, com previsões de 500 mil óbitos para maio. Na prática, nem chegamos ainda ao estágio de verificarmos o efeito Peltzman. Mas é um fenômeno real, e serve para lembrarmos que, enquanto a pandemia estiver ativa, qualquer sensação de segurança no futuro próximo será ilusória. Vacinado ou não, distanciamento social e higienização das mãos continuam a ser extremamente importantes.  Talvez ainda mais.











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