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fevereiro 2021
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:: 15/fev/2021 . 19:08

Ilhéus: Confira as vagas de empregos do SINEBAHIA

Os candidatos interessados devem enviar um e-mail para sinebahia.ilhéus@setre.ba.gov.br com o nome completo, números de CPF, PIS, telefone, currículo e o nome da vaga pretendida.

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO: das 7h às 15:30h. DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA: Imprescindível enviar por e-mail todos os dados necessários.

Vagas exclusivas para Ilhéus até dia (16.02.2021)

COORDENADOR ADMINISTRATIVO

Ensino Superior Completo em Administração

Experiência mínima de 6 meses comprovada na carteira

01 VAGA

VENDEDOR EXTERNO

Ensino Médio Completo

Experiência mínima de 6 meses na carteira

Possuir veiculo e CNH categoria A

01 VAGA

VENDEDOR

Ensino Médio Completo

Experiência mínima de 6 meses na carteira

Possuir conhecimento em Informática

01 VAGA

VENDEDOR INTERNO

Ensino Fundamental Completo

Experiência mínima de 6 meses na carteira

01 VAGA

SINALEIRO RIGGER

Ensino Fundamental

Experiência mínima de 6 meses na carteira

01 VAGA

ARMADOR DE ESTRUTURA DE CONCRETO

Ensino fundamental

Experiência mínima de 6 meses na função

01 VAGA

COZINHEIRA

Ensino Médio

Experiência mínima de 6 meses na carteira

01 VAGA

MONTADOR DE ESTRUTURAS METALICAS

Ensino Fundamental

Experiência mínima de 6 meses na carteira

Desejável curso de NR 35 valido

01 VAGA

SOLDADOR

Ensino Fundamental
Experiência mínima de 6 meses na carteira
Possuir habilidade para trabalhar em altura
01 VAGA

MONTADOR DE ANDAIMES

Ensino Fundamental
Experiência mínima de 6 meses na carteira
01 VAGA

CORRE convoca um olhar para o HIV/AIDS em interface ao Coronavírus

O CORRE Coletivo Cênico – integrado pelos multiartistas Anderson Danttas, Igor Nascimento, Marcus Lobo, Luiz Antônio Sena Jr e Rafael Brito – desde 2019 tem mergulhado nos impactos da masculinidade na construção identitária do homem gay. O isolamento e toda crise socioeconômica causada pelo COVID-19, que tem impactado diretamente na sobrevivência de pessoas LGBTQIA+, fez o grupo encontrar uma interseccionalidade com a epidemia do HIV/AIDS no Brasil. Diante desse panorama, o CORRE apresenta a partir do dia de 22 de fevereiro a 10 de abril o projeto PARA-ISO, composto por uma Imersão e um espetáculo multilinguagem.

De 22 de fevereiro até 18 de março, o coletivo ocupa as instalações do sexto andar da Casa Charriot (Comércio/Salvador-BA) para compartilhará seus rastros de pesquisas em narrativas políticas de corpos gays, negros e identidades socializadas através da ação Imersão ao PARA-ISO, que se dá no tempo presente. Esta ação artística política é formada por residências, bate-papos, lives e processos criativos, com exibição diária em diversas plataformas digitais – Instagram, Youtube, Zoom e Tumblr -, das 14h até 18h.

A imersão precede o lançamento de um espetáculo inédito com estreia dia 3 de abril, com direção de Luiz Antônio Sena Jr. e Marcus Lobo, uma trama que versará sobre pandemias, masculinidades, sorofobia e seus impactos à identidade e vida do homem gay, com ênfase nas realidades racializadas. A proposta do grupo revela artisticamente uma atualização das assimilações discursivas e políticas circulantes no cenário pandêmico da primeira onda brasileira de HIV/AIDS nos anos noventa, em paralelo com a pandemia do coronavírus (COVID-19) em 2020.

Para isso, o CORRE visita “Devassos no Paraíso”, obra do dramaturgo, jornalista e cineasta João Silvério Trevisan – que além dos registros históricos acerca de sexualidade e soropositividade, discute direitos civis, inserção social de minorias e intolerância. A Imersão ao PARA-ISO é dotada de suportes visuais e estruturas virtualizadas, dentro dos parâmetros de biossegurança vigentes, propondo diálogos com o espectador através de relatos autobiográficos, depoimentos em vídeos, materiais de imprensa, jogos cênicos, musicalidade e movimento.

A TRAMAturgia utiliza a rede como um tecido estendido para criar um trajeto tal qual um vírus percorre pelo corpo, levantando crítico-afetivamente a questão: “quais são os corpos que a sociedade escolhe salvar e descartar?”. Para contribuir no processo imersivo ao PARA-ISO, a primeira residência artística (22 a 26 de fevereiro) é com o ator e dramaturgo Ronaldo Serruya (Teatro Kunyn – SP, que se debruça em questões Queer no teatro, e integrou Grupo XIX de Teatro) e o ator, diretor teatral e mestre em arte e cultura contemporânea Fabiano de Freitas (Teatro de Extremos – SP), vulgo Dadado.

Numa parceria que já dura quase duas décadas, Serruya e Dadado têm desenvolvido uma pesquisa sobre políticas de linguagens em relação aos atravessamentos geracionais e as vivências com HIV/AIDS, assim como a relação desta epidemia com a do COVID-19. Na residência, versarão sobre Como Eliminar Monstros: Olhares Decoloniais a partir do HIV/AIDS, de 22 e 26 de fevereiro, que busca provocar e apresentar produções artísticas que tem em pesquisas artísticas o HIV/AIDS como eixo temático, numa perspectiva de produzir olhares decoloniais sobre esse recorte.

Georgenes Isaac, integrante do Coletivo das Liliths, também integra a programação de residências artísticas, entre os dias 01 e 05 de março, com a temática Sistema Imune – uma busca pelo corpo transgressor, uma experiência intersubjetiva que tensiona a relação de hibridação entre o espaço, tempo, memória, ancestralidade e corpo. Serão levantadas na experiência laboratorial as consequências psicossociais impostas pelas epidemias da Covid-19 e o HIV/AIDS, sobretudo, nos corpos dissidentes.

“É uma espécie de experiência cênica de cura-morte-vida. Uma experiência “pós-vida-morte”. Entendendo aqui as relações entre corpos dissidentes e os processos de adoecimento social”,  explica o artista preto e LGBTQIA+, Georgenes Isaac é soteropolitano, nascido no Curuzu.

Entre os dias 15 e 17 de março, a Imersão ao ParaIso trará as experiências de artistas e especialistas quanto e com corpos positivos (HIV/AIDS e COVID-19), através de lives a serem transmitidas no perfil do Instagram do Corre – Coletivo Cênico (@corre_ba). Xan Marçall, mulher trans amazônida do Belém do Pará, atriz performer integrante do Coletivo das Liliths e escritora inicia e versa sobre seu corpo positivo para HIV há 6 anos, levantando como o vírus, em concomitância ao seu processo transicional, tem sido um deflagrador de verdades em Urgências sociais e artísticas para um corpo trans soropositivo.

No segundo bate-papo, Ramon Fontes, que tematiza em A escrita soropositiva, uma pesquisa acadêmica com fontes em dramaturgias, cartas e poesias de soropositivos, além de colocar em pauta suas escrevivências quanto corpo positivo preto não retinto. Para fechar o ciclo de conversas ao vivo, Márcia Rachid, em HIV/AIDS e COVID-19 – Relações Epidemiológicas, trará sua experiência profissional enquanto infectologista nacionalmente reconhecida para traçar um paralelo entre as epidemias, numa abordagem mais estatística e científica.

O coletivo cênico convoca ainda instituições atuantes nas campanhas de prevenção e combate à HIV/AIDS para bate-papos integrantes deste rastro de pesquisa que é a Imersão ao PARA-ISO. Essa ação busca instigar espectadores a transformarem as telas – assimiladas como espaços de confinamento, em lugares de libertação gradativa. Desprendendo-se com auxílio das artes, pesquisas, expressões e técnicas, das zonas opacas da desinformação e fobias sociais construídas historicamente.

O projeto PARA-ISO tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultural do Ministério do Turismo, Governo Federal”.

Programacão

Imersão ao PARA-ISO – 22 de fevereiro a 18 de março

– 22 a 26 de fev – residência Como Eliminar Monstros: Olhares Decoloniais a partir do HIV/AIDS – com Fabiano de Freitas e Ronaldo Serruya (Youtube do CORRE – 14h às 16h30)

– 01 a 05 de março – Georgenes Issac (Youtube do CORRE – 14h às 16h30)

– 15 de março – live Urgências sociais e artísticas para um corpo trans soropositivo – com Xan Marçall (Instagram do CORRE – 14h às 16h)

– 16 de março – live A escrita soropositiva – com Ramon Fontes (Instagram do CORRE – 14h às 16h)

– 17 de março – live HIV/AIDS e COVID-19 – Relações Epidemiológicas – com Márcia Rachid (Instagram do CORRE – 14h às 16h)

CORRE Coletivo

As células cênicas têm por costume exprimir o resultado das somas de identidades e identificações de seus membros através do seu fazer artístico. E é quando identidades, mesmo com diferentes universos expressivos acentuados, se identificam em pontos artísticos e políticos, que nasce o CORRE, coletivo cênico soteropolitano.

A realidade pandêmica desencadeada pelo coronavírus (COVID-19) no ano de 2020, proporcionou um terreno à cadeia criativa que demandou revisitações aos processos artísticos. Neste cenário, o recém formado CORRE (@corre_ssa) se vê instigado e atuando fortemente em inserções tecnológicas durante seus estudos, propostas e montagens.

Delivery (2020) é um ponto na curva crescente do coletivo quando fala-se em dramaturgias produzidas e difundidas digitalmente, seguida de PARA-ISO (com lançamento em fevereiro de 2021), uma TRAMAturgia rizomática que pautará tecno dramaticamente o papel catártico político da arte, tornando comuns aos usuários de sua rede dramática informações que desmistificam tabus e vão de encontro a preconceitos sociais.

Em sua composição é possível observar, ou perder de vista os limites da fisicalidade dos nomes, trabalho e arte dos respectivos, Anderson Danttas, ator de reverberação internacional, administrador e bailarino; o produtor cultural, também bailarino e ator Igor Nascimento; e o pesquisador do teatro do real, especialista em gestão cultural e política, além de artista multifacetado, Luiz Antônio Sena Jr..

Completando os quíntuplos dentes desta engrenagem que faz o CORRE rodar temos, Marcus Lobo, pesquisador em arte e mídias com foco na visualidades da cena e elementos técnicos, atuando profissionalmente também como diretor, ator, dentre outras colocações; e Rafael Brito, ator, assistente de direção e das comunicações enquanto produtor, assessor, repórter, dentre outros postos.

O que é o CORRE?

O coletivo expressa – “É pele, é olho, é toque. É o grito que ecoa na avenida, que desce ladeira e cruza as esquinas. É o não-lugar, ou a transição dele. É o movimento. Também se é posse e demarcação de espaço. Pedaço de perna que percorre, estica e alonga. Prolonga, perdura e se estende. Como gozo que escorre pela barriga e se faz morada entre o umbigo. É felicidade. Que dilata, rasteja e não sai da cabeça. Cruzam-se os caminhos, as pernas, e os nãos ao patriarcado. É o caminho sem volta para festa.”

Ilhéus: Prefeitura vai apresentar à SPU proposta para regularização de áreas públicas

Nesta semana, o prefeito Mário Alexandre cumpre agenda na capital baiana para dialogar com os governos estadual e federal sobre projetos de melhoria da infraestrutura viária e turística de Ilhéus. Na Superintendência do Patrimônio da União na Bahia (SPU/BA), o gestor apresentará proposta para regularização de áreas públicas de interesse do Município.

De acordo com a Prefeitura, será colocada em discussão a situação das cabanas de praia na Orla Sul, visto que o trecho será duplicado até o Cururupe e o Município entende a necessidade de reordenar a referida região. Também estarão em pauta a situação dos imóveis de domínio útil da Companhia das Docas do Estado da Bahia (CODEBA), cujo espaço, segundo informa a Administração Municipal, será revitalizado para implementação do projeto Porto-Cidade e posterior criação de um centro cultural e gastronômico.

“Junto à SPU vamos iniciar a tratativa para regularizar de forma rápida a situação de alguns imóveis e dar destinação correta a esses espaços, visando acima de tudo melhorar a qualidade dos serviços prestados pelo Município”, explica Mário Alexandre. Ainda serão debatidas a mudança do objeto de cessão de uso do casarão da Rua Conselheiro Dantas; a situação da área contígua ao Terminal Pesqueiro, administrado pela Bahia Pesca, para implantação da Feira Livre do Cais e a reforma em caráter de urgência do imóvel da antiga Delegacia do Trabalho, localizado na Rua Maria Quitéria, no Centro.

Conforme o gestor, a utilização de alguns imóveis é fundamental para descentralizar as atividades desempenhadas pelo poder público municipal e facilitar o atendimento à população.

Solidariedade: 99 doa R$ 3milhões para construção da nova fábrica do Butantan

A 99 dou R$ 3 milhões para o Instituto Butantan e para a Fiocruz. Os valores serão destinados para construção da nova fábrica do instituto na capital paulista e para o sequenciamento do genoma de novas variantes do coronavírus pela Fiocruz. Ajudando na imunização das cidades, também dou R$ 4 milhões em corridas para profissionais de saúde e para o transporte de materiais usados na vacinação.

A 99 foi fundada em 2012 por Ariel Lambrecht, Renato Freitas e Paulo Veras, em São Paulo. Com o objetivo inicial de conectar taxistas e passageiros, a companhia ampliou, nos últimos anos, sua atuação criando novas categorias de serviços.

Hoje, a 99 é uma das concorrentes da Uber, oferecendo ao público, além do 99Táxi, o 99Pop para viagens com motoristas particulares. Em 2018, a 99 foi adquirida pela Didi, responsável por serviços de transporte via aplicativos em mais de mil cidades do mundo.

Segundo dados da empresa, no Brasil a 99 é responsável pela conexão de 14 milhões de passageiros a 300 mil taxistas e motoristas.











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