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:: 18/jan/2021 . 21:17

Música: Clipe de Biel e Tays Reis já bateu a marca de 2 milhões de views com apenas um dia de lançado

Biel e Tays Reis são um dos casais formados na 12ª edição do reality show A Fazenda, da Record TV. Dando frutos fora do confinamento, o romance agora tem trilha sonora oficial. Os cantores lançaram um clipe para a música em conjunto Artigo 157.

No refrão, Biel canta: “Troquei de profissão, amor virei ladrão. Artigo 157, eu vou roubar seu coração”.

O casal lançou um clipe para a faixa, no qual aparece em momentos fofos na praia, comendo junto e até surpreende com uma cena na qual Tays faz um teste de gravidez, que dá positivo.

Nas redes sociais, a cantora deixou os fãs alvoroçados ao publicar uma foto abraçando Biel com o teste na mão, mas era apenas cena do clipe.

Biel e Tays aproveitaram o sucesso do vídeo, que já bateu a marca de mais de 2 milhões de visualizações e lançaram um desafio de dança fazendo a coreografia da música.

Veja abaixo o clipe de Artigo 157 e a dancinha feita pelo casal.

Covid: Governo Federal inicia a distribuição da vacina; veja como será a 1º fase em cada Estado

O Ministério da Saúde iniciou, nesta segunda-feira (18), a distribuição da vacina contra a Covid-19. No Centro de Logística da pasta, em Guarulhos, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, se reuniu com governadores e disse que a distribuição será feita de maneira proporcional a cada região brasileira.

O ministro afirmou que a vacinação pode começar ainda nesta segunda-feira (18). “A gente distribui tudo hoje (18), e a vacinação começa hoje ao final do dia”, reforçou.

“Tudo isso demonstra o trabalho em conjunto, tudo isso demonstra a nossa lealdade federativa. No que depender do Governo Federal e do Ministério da Saúde, nós vamos cumprir rigorosamente o que for combinado. Em nome da nossa ética, em nome da nossa palavra”, afirmou.

Ao todo, são seis milhões de doses desenvolvidas pela farmacêutica Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

Logística

A distribuição conta com uma frota de 100 caminhões com áreas de carga refrigeradas, com sistema de rastreamento e bloqueio via satélite. Além disso, o Ministério da Saúde tem o apoio da Associação Brasileira de Empresas Aéreas por meio das companhias aéreas Azul, Gol, Latam e Voepass, para transporte gratuito da vacina às unidades federadas do país que necessitam do transporte aéreo. O Ministério da Defesa contribuirá com a distribuição da vacina para os municípios.

Anvisa

Nesse domingo (17), a Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a autorização temporária de uso emergencial da vacina CoronaVac, desenvolvida pela farmacêutica Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, e da vacina Covishield, produzida pela farmacêutica Serum Institute of India, em parceria com a AstraZeneca/Universidade de Oxford/Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Segundo a Anvisa, a Fiocruz e o Instituto Butantan devem dar continuidade aos estudos e à geração de dados para permitir o registro sanitário na agência. E informou que precisam manter o monitoramento da segurança das vacinas.

Veja como será a distribuição em cada região brasileira:

Região Norte

Acre

– Pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas: 244
– População indígena vivendo em terras indígenas: 12.815
– Trabalhadores de saúde: 6.343
– Total: 19.402

Amapá 

– Pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas: 76
– População indígena vivendo em terras indígenas: 7.616
– Trabalhadores de saúde: 7.057
– Total: 14.749

Amazonas 

– Pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas: 400
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 60
– População indígena vivendo em terras indígenas: 101.156
– Trabalhadores de saúde: 32.813
– Total: 134.429

Pará 

– Pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas: 962
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 10
– População indígena vivendo em terras indígenas: 23.184
– Trabalhadores de saúde: 58.334
– Total: 82.490

Rondônia 

– Pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas: 140
– População indígena vivendo em terras indígenas: 7.784
– Trabalhadores de saúde: 15.595
– Total: 23.519

Roraima 

– Pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas: 100
– População indígena vivendo em terras indígenas: 36.834
– Trabalhadores de saúde: 4.833
– Total: 41.767

Tocantins 

– Pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas: 424
– População indígena vivendo em terras indígenas: 6.749
– Trabalhadores de saúde: 13.803
– Total: 20.976

Região Nordeste

Alagoas 

– Pessoas com mais de 60 anos institucionalizadas: 1.246
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 10
– População indígena vivendo em terras indígenas: 7.946
– Trabalhadores de saúde: 32.594
– Total: 41.796

Bahia

– Pessoas com mais de 60 anos institucionalizadas: 9.788
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 285
– População indígena vivendo em terras indígenas: 27.201
– Trabalhadores de saúde: 142.087
– Total: 179.361

Ceará 

– Pessoas com mais de 60 anos institucionalizadas: 2.398
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 132
– População indígena vivendo em terras indígenas: 20.250
– Trabalhadores de saúde: 86.380
– Total: 109.160

Maranhão 

– Pessoas com mais de 60 anos institucionalizadas: 264
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 110
– População indígena vivendo em terras indígenas: 19.626
– Trabalhadores de saúde: 58.223
– Total: 78.223

Paraíba 

– Pessoas com mais de 60 anos institucionalizadas: 1.212
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 120
– População indígena vivendo em terras indígenas: 10.432
– Trabalhadores de saúde: 42.925
– Total: 54.689

Pernambuco 

– Pessoas com mais de 60 anos institucionalizadas: 2.462
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 130
– População indígena vivendo em terras indígenas: 26.506
– Trabalhadores de saúde: 99.924
– Total: 129.022

Piauí 

– Pessoas com mais de 60 anos institucionalizadas: 460
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 10
– População indígena vivendo em terras indígenas: 21
– Trabalhadores de saúde: 28.651
– Total: 29.142

Rio Grande do Norte

– Pessoas com mais de 60 anos institucionalizadas: 1.400
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 10
– População indígena vivendo em terras indígenas: 0
– Trabalhadores de saúde: 37.848
– Total: 39.258

Sergipe 

– Pessoas com mais de 60 anos institucionalizadas: 240
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 22
– População indígena vivendo em terras indígenas: 250
– Trabalhadores de saúde: 22.760
– Total: 23.272

Região Centro-Oeste

Distrito Federal

– Pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas: 648
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 178
– População indígena vivendo em terras indígenas: 95
– Trabalhadores de saúde: 49.629
– Total: 50.550

Goiás 

– Pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas: 8.828
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 475
– População indígena vivendo em terras indígenas: 320
– Trabalhadores de saúde: 77.549
– Total: 87.172

Mato Grosso 

– Pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas: 2.382
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 190
– População indígena vivendo em terras indígenas: 28.758
– Trabalhadores de saúde: 28.744
– Total: 60.074

Mato Grosso do Sul

– Pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas: 2.966
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 95
– População indígena vivendo em terras indígenas: 46.180
– Trabalhadores de saúde: 26.356
– Total: 75.597

Região Sudeste

Espírito Santo

– Pessoas com mais de 60 anos institucionalizadas: 2.970
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 210
– População indígena vivendo em terras indígenas: 2.793
– Trabalhadores de saúde: 42.273
– Total: 48.246

Minas Gerais 

– Pessoas com mais de 60 anos institucionalizadas: 38.578
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 1.160
– População indígena vivendo em terras indígenas: 7.878
– Trabalhadores de saúde: 227.472
– Total: 275.088

Rio de Janeiro

– Pessoas com mais de 60 anos institucionalizadas: 10.892
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 783
– População indígena vivendo em terras indígenas: 381
– Trabalhadores de saúde: 220.495
– Total: 232.551

São Paulo

– Pessoas com mais de 60 anos institucionalizadas: 42.604
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 1.357
– População indígena vivendo em terras indígenas: 3.727
– Trabalhadores de saúde: 598.518
– Total: 646.206

Região Sul

Paraná 

– Pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas: 12.224
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 482
– População indígena vivendo em terras indígenas: 10.816
– Trabalhadores de saúde: 102.959
– Total: 126.481

Rio Grande do Sul

– Pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas: 9.510
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 380
– População indígena vivendo em terras indígenas: 14.348
– Trabalhadores de saúde: 138.523
– Total: 162.761

Santa Catarina

– Pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas: 3.460
– Pessoas com deficiência institucionalizadas: 263
– População indígena vivendo em terras indígenas: 8.317
– Trabalhadores de saúde: 56.540
– Total: 68.580

Construção do aeroporto de Bom Jesus da Lapa e outras obras ajudam a manter economia baiana em movimento

A manutenção dos investimentos em infraestrutura tem sido uma das principais estratégias do Governo do Estado para continuar levando desenvolvimento para o interior da Bahia e superar os efeitos da pandemia de Covid-19 na economia. Em 2021, a previsão é que obras importantes sejam concluídas em diversas regiões da Bahia e outras iniciadas. São intervenções na infraestrutura e mobilidade, como a construção de aeródromos, pontes e a recuperação e pavimentação de rodovias, que garantem mais oportunidades de emprego e a sobrevivência das atividades econômicas.

Entre as principais obras que serão entregues em 2021, a construção do novo aeroporto de Bom Jesus da Lapa está prevista para ser concluída no segundo semestre. Na região do Rio São Francisco, a cidade se destaca pelo turismo religioso e chega a receber 600 mil romeiros durante a festa de Bom Jesus, entre os meses de julho e agosto. Além disso, o município também é conhecido pela produção de frutas e o aeroporto deve servir para escoar parte da produção, principalmente aquela voltada à exportação.

Dono de uma pousada na região, Astor Santana, acredita que a obra vai ser muito importante para o desenvolvimento local. “Certamente vai ter um impacto muito interessante em nossa economia, tanto para Bom Jesus da Lapa quanto para toda região. Facilitará a entrada de visitantes, o que a gente precisa muito, e a saída de mercadorias”, afirma.

O novo equipamento aeroportuário terá capacidade de receber aeronaves com até 70 passageiros. Nessa primeira fase será implantada a pista de pouso e decolagem, o taxiway, o pátio de estacionamento de aeronaves e a cerca patrimonial. O investimento é de aproximadamente R$ 20 milhões. A expectativa também é que a obra atraia o interesse de novos investimentos em energia renováveis no município, que já possui oito empreendimentos em operação comercial para geração de energia elétrica a partir da fonte fotovoltaica.

Para o secretário de Infraestrutura do Estado, Marcus Cavalcanti, as obras ajudam a superar um dos principais problemas que o Brasil enfrenta que é a logística de transporte. “Aumentam a competitividade da Bahia em todos os setores econômicos. Isso possibilita que os produtos que produzimos sejam exportados e comercializados, e que os produtos que precisamos cheguem em todas as cidades. Além disso, são obras fundamentais para o desenvolvimento social, muitas dão acesso a distritos e cidades que nunca tiveram suas estradas asfaltadas. É o resgate da dignidade do cidadão que mora no interior do Estado”, destaca.

Mais entregas

Outras duas intervenções que também serão entregues este ano e terão um grande impacto na economia baiana são a Ponte Barra-Xique-Xique, que irá permitir a ligação entre a região de Irecê com o oeste da Bahia, e o Aeroporto de Senhor do Bonfim, na região do Piemonte Norte do Itapicuru.

A ponte, que está com mais de 50% de conclusão, vai tornar a travessia entre as cidades mais segura. O Consórcio Estrada do Feijão, que está executando a obra, está realizando a etapa de implantação dos pilares e lançamento de vigas, e a previsão é que seja concluída no segundo semestre de 2021. O investimento é de R$ 133 milhões.

Já o Aeroporto de Senhor do Bonfim receberá voos de médio e pequeno porte. Nesta etapa da obra será implantada a pista de pouso e decolagem, o pátio de estacionamento de aeronaves, o taxiway, o estacionamento de veículos e as vias de acesso no local. A previsão de conclusão é junho de 2021. A estrutura permitirá ao aeródromo receber aeronaves como UTIs aéreas e de transporte de medicamentos e também de valores. O equipamento terá uma área de 1,4 milhão de metros quadrados. O investimento é de R$ 20 milhões.

Novos investimentos

Além das obras que serão entregues, diversas outras serão iniciadas em 2021, como a recuperação dos 97,7 quilômetros da BA-131, entre Senhor do Bonfim, Antônio Gonçalves, Pindobaçu, Saúde e Caém, que deve começar ainda no mês de janeiro. Os serviços vão atender mais de 214 mil moradores do centro norte baiano. As atividades econômicas como a agricultura, a apicultura e a extração de minério serão contempladas com o trabalho na rodovia. O investimento é de R$ 35 milhões.

A BA-001 é a principal via de acesso para quem segue em direção as regiões da Costa do Cacau e da Costa do Dendê. Os 118 quilômetros da rodovia entre Valença e Itacaré, passando por Camamu, vão ser recuperados pela Secretaria de Infraestrutura da Bahia (Seinfra), por meio do Programa de Recuperação e Manutenção de Estradas (Premar), com investimento R$ 50 milhões.

A BA-283, entre Itabela e Guaratinga, vai passar por restauração em 27,3 quilômetros de rodovia na região da Costa do Descobrimento. Os serviços atenderão aproximadamente 164 mil moradores de Itabela, Guaratinga e Eunápolis. A restauração da rodovia também vai beneficiar o escoamento da produção agropecuária local. A ordem de serviço será assinada ainda em janeiro. O investimento é de R$ 8 milhões.

Os 39,6 quilômetros da BA-233, que liga o entroncamento da BR-110 a Sátiro Dias, também vão passar por restauração. A rodovia faz a interligação entre os municípios de Sátiro Dias e Inhambupe na região do Litoral Norte e Agreste Baiano. A recuperação do trecho irá ajudar no escoamento da produção agrícola local, principalmente do feijão, do milho e da melancia, e no desenvolvimento do setor de comércios e serviços. A assinatura da ordem de serviço tem a previsão de sair neste mês de janeiro. O investimento é de R$ 10 milhões.

Os 20 quilômetros do acesso a Rio do Pires, na BA-152, vão passar por restauração. A obra na rodovia baiana será feita no trecho entre o município da região da Bacia do Paramirim e o entroncamento da BA-156. Os serviços atenderão mais de 85 mil moradores de Rio de Pires, Macaúbas, Ibipitanga e Caturama. A rodovia faz a ligação de Rio de Pires com os municípios de Macaúbas, Ibipitanga e Caturama. A recuperação da via ajudará no escoamento da produção agrícola na região. A autorização para o início das obras deve ser assinada ainda no primeiro trimestre.











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