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:: 14/dez/2020 . 22:53

Covid-19: Paulinho, vocalista do Roupa Nova, morre aos 68 anos no Rio

Crédito: UOL

Paulo César Santos, mais conhecido como Paulinho, morreu hoje aos 68 anos em decorrência de complicações ocasionadas pela Covid-19. O músico era vocalista da banda Roupa Nova. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do cantor.

O artista vinha se recuperando de um transplante de medula óssea realizado há cerca de três meses. Durante esse período de recuperação, ele contraiu a doença causada pelo novo coronavírus e precisou ser internado no início de novembro.

Paulinho começou a sua carreira no Roupa Nova no final da década de 1970, quando o grupo ainda se chama Os Famks, participando da formação original ao lado do tecladista Cléberson Horsth, do baixista Nando e do guitarrista Kiko.

A banda ganhou o nome de Roupa Nova apenas em 1980 e durante suas décadas integrando o grupo o vocalista interpretou canções como “Canção de Verão”, “Whisky a Go-Go”, “Volta pra mim” e “A Metade da Maçã”. Além do legado com sua voz marcante, Paulinho também chegou a assumir a posição de percussionista do grupo.

Paulinho ainda fez colaborações com diversos nomes da música brasileira, como mais recentemente ao lado da dupla Chitãozinho e Xororó com “Já Nem Sei Mais”. Além disso, o músico ainda trabalhou ao lado de Ivete Sangalo, Zélia Duncan, Elba Ramalho e Zezé Di Camargo e Luciano.

O artista também participou atuou como compositor do Roupa Nova, assinando canções como “Assim Como Eu” e “Mary Help”. A banda chegou a ganhar um Grammy Latino de Melhor Álbum Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa em 2009 pela produção do disco “Roupa Nova em Londres”.

Paulinho era pai Pepê Santos, baterista da banda Jamz, e também da cantora Twigg, que participou do álbum comemorativo dos 35 anos de carreira da banda “Todo Amor do Mundo” (2015).

Nas redes sociais, a banda declarou luto pela perda do cantor.

“As luzes do palco se apagaram. Infelizmente o nosso querido Paulinho não resistiu. Acabamos de receber a notícia que ele veio a falecer de falência de múltiplos órgãos após ser acometido pela infecção do vírus COVID 19. Paciente decorrente de outras comorbidades, entre elas um transplante de medula óssea devido a um linfoma. Ele teve uma parada cardiorrespiratória hoje, que levou à parada dos órgãos. Nossos agradecimentos a todos que oraram e pediram por ele. Deus o receba de braços abertos!”, diz publicação.

Rodrigo Maia: ‘Demora da vacina é maior erro político de Bolsonaro’

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que o maior erro político cometido pelo governo até agora foi não se preparar para comprar a vacina contra o novo coronavírus. “Isso pode impactar o projeto de reeleição”, afirmou ele, numa referência aos planos do presidente Jair Bolsonaro para 2022. “Esse é o tema que pode gerar o maior dano de imagem. As pessoas estão começando a entrar em pânico, em desespero.”

Prestes a terminar seu mandato como presidente da Câmara, Maia disse que o governo está criando um “balcão” de negócios na Câmara para eleger o seu sucessor. Na sua avaliação, o ministro da Economia, Paulo Guedes, se engana ao imaginar que Bolsonaro interfere na disputa no Congresso, marcada para fevereiro de 2021, porque quer tocar as reformas. “Bolsonaro quer tocar a agenda ideológica”, observou.

O deputado contou ter ouvido o rival Arthur Lira (Progressistas-AL) chamar Guedes de “vendedor de redes” — alguém que fala muito, mas entrega pouco. Líder do Centrão, Lira é candidato ao comando da Câmara com apoio do Palácio do Planalto. “Uma vitória do candidato do Bolsonaro o recoloca no processo político”, afirmou Maia.

O senhor teve Covid-19. Pode nos contar como foi?

Passei alguns dias muito difíceis, com pulmão bastante contaminado, muito cansaço. Fiz fisioterapia pulmonar todos os dias. Quase fui internado. Tive o atendimento de hospital privado. Mas a maioria da população não tem a mesma estrutura. Por isso que todos os procedimentos de máscara, álcool em gel, algum isolamento são importantes para que a rede pública não entre em colapso.

O país assiste a uma briga política em torno da vacina, e o governo não comprou uma seringa até agora. Como sair disso?

A vacina é o ponto mais crítico do governo, o mais grave até hoje na sua relação com a sociedade. A demora na compra da vacina é o maior erro político de Bolsonaro. Esse é o tema que pode gerar o maior dano de imagem para o presidente. Faz voltar na memória das pessoas todos os erros do governo, desde o início da pandemia. Isso pode impactar o projeto de reeleição. Certamente, ele (Bolsonaro) tem pesquisa. E, se ele tem, está com essa mesma informação. As pessoas estão começando a entrar em pânico, em desespero. E aí ele isenta a importação de armas. Precisa tratar sem paixão, sem ideologia, esquecer o conflito com o governador de São Paulo.

A Câmara pode assumir esse papel, como fez no início da pandemia, com relação aos recursos emergenciais?

Eu disse ao presidente que o Congresso e o governo deveriam construir um caminho sobre a questão da vacina. Não é possível que daqui a pouco tenha brasileiro viajando ao exterior para tomar a vacina, enquanto a maior parte da população aqui fica sem vacina, com a taxa de letalidade aumentando por falta de leitos.

O sr. entende que será necessário algum tipo de lockdown nas festas de fim de ano?

Se no Rio de Janeiro tem 99% dos leitos ocupados, você tem que ter uma ação do prefeito e do governador de mais restrições. Não falo de lockdown.

O presidente pode ser processado por crime de responsabilidade por causa do discurso negacionista na pandemia?

Que ele pode ter influenciado um menor isolamento em momentos importantes, isso pode. Mas é uma questão muito técnica. Alguém vai ter que vincular o discurso dele ao fato de as pessoas irem às ruas e isso ter gerado mais mortes. Não é uma coisa fácil de pegar.

O sr. deixará o comando da Câmara com quase 50 pedidos de impeachment não analisados. São mesmo improcedentes?

Com a crise que nós já temos, se a gente fosse entrar para esse tipo de conflito… e o impeachment é um julgamento político. Querendo ou não, é a realidade. Ele não pode ser um instrumento para estar na gaveta e ser utilizado em cada conflito.

O sr. manifestou o receio de que uma vitória do deputado Arthur Lira na disputa pelo comando da Câmara signifique uma agenda ideológica para os próximos dois anos. Qual o risco?

Se você olhar os candidatos, todos votaram a pauta mais liberal na economia. Se todos dariam conforto ao governo em relação a isso, por que o presidente quer interferir? Bolsonaro quer tocar a agenda ideológica, a pauta de costumes, do voto impresso. Ele quer essa agenda que foi travada nos últimos dois anos pela minha presidência.

Como o plenário reagirá se o seu sucessor tentar impor essa agenda ideológica?

Sempre há um limite para aquelas agendas que o governo quer. Da forma como Bolsonaro está entrando, com o Palácio recebendo parlamentares, oferecendo emendas, dessa forma muito escrachada, corre o risco de ter um ambiente menos confortável para as pautas relevantes.

O que leva o sr. a crer que os deputados vão abrir mão de tantas benesses em nome de um discurso de independência?

Tenho certeza de que a maioria da Câmara entende que a valorização vale muito mais do que achar que parlamentares estão à venda. Se eles liberam emendas e acham que com isso o candidato do governo ganha, eles diminuem a importância dos parlamentares. Esse troca-troca é um atraso.

O sr. entende que isso é uma tentativa de compra de votos dos parlamentares?

Do ponto de vista do governo, dá a impressão de que eles acham que, criando um balcão, vão conseguir eleger o presidente da Câmara. Se essas práticas prevalecerem, você terá um governo pressionado e chantageado de forma permanente.

A eleição para a presidência da Câmara é mais um teste para a disputa de 2022?

Uma vitória do candidato do Bolsonaro o recoloca no processo político. A principal derrota dele foi a ruptura dessa rede populista nacionalista internacional com a derrota do Trump (Donald Trump, presidente dos EUA). Depois, a sinalização das eleições municipais. E agora tem eleição da Câmara. O resultado vai ter um simbolismo.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, aposta em Arthur Lira para tocar sua agenda na Câmara. O que o sr. acha desse apoio?

Quem me deu a melhor frase sobre o ministro da Economia foi o próprio Arthur Lira. No início do governo, a gente teve uma conversa, e o candidato do Bolsonaro disse para mim: “Rodrigo, esquece o Paulo Guedes, o Paulo é um vendedor de redes.” De fato, tem que admitir que o candidato do Bolsonaro tem alguma visão de futuro. Parece que é um vendedor de redes mesmo, né? Nada acontece.

Reportagem da CNN

Primeira pessoa é vacinada contra a Covid-19 nos Estados Unidos

A primeira pessoa foi vacinada contra a Covid-19 nos Estados Unidos na manhã desta segunda-feira (14).

A aplicação foi em Sandra Lindsay, uma enfermeira de UTI, no Centro Médico Judaico de Long Island, em Nova York.

O momento foi transmitido ao vivo em uma live organizada pelo governador do estado Andrew Cuomo.

Após receber a primeira aplicação, Sandra disse que não pareceu diferente de tomar qualquer outra vacina e que se sente esperançosa.

“Espero que isso marque o começo do fim de uma época muito dolorosa em nosso país. Quero dar ao público a confiança de que a vacina é segura. Estamos em uma pandemia, então todos nós precisamos fazer a nossa parte para colocar um fim nesta pandemia”, disse.

“Há luz no fim do túnel, mas ainda precisamos continuar a usar máscaras, a nos distanciar socialmente. Eu acredito na ciência. Como enfermeira, minha prática é guiada pela ciência, então eu confio nela. O que eu não confio é que, se eu contrair a Covid, eu não sei como isso vai me impactar ou aqueles com quem eu entrar em contato. Então encorajo todos a tomarem a vacina”.

Minutos após a injeção em Lindsay, o presidente Donald Trump publicou um tweet em que disse: “Primeira vacina administrada. Parabéns, EUA! Parabéns, mundo!”

Os Estados Unidos aprovaram neste domingo (13) o uso emergencial da vacina da Pfizer/BioNTech, que obteve 95% de eficácia nos testes clínicos. As primeiras doses foram entregues a 600 locais em todo o país.

É esperado que o país vacine cerca de mil profissionais de saúde nesta segunda.

O CDC recomendou que profissionais de saúde, idosos, funcionários e residentes de casa de repouso sejam os primeiros a receberem a aplicação, mas o plano de vacinação fica a critério de cada estado.

O governo planeja distribuir 14 milhões de doses de vacina até o final de 2020, e um número entre 50 milhões e 80 milhões entre janeiro e fevereiro de 2021. Essa estimativa também inclui a candidata da Moderna, que deve passar por avaliação das agências reguladoras do país nos próximos dias.

Os EUA são é a segunda nação ocidental a iniciar a vacinação, após o Reino Unido, na terça-feira passada (8).

O país é o que tem o maior número de casos e mortes por Covid-19 em todo o mundo. Até esta segunda, foram confirmados mais de 16,2 milhões de diagnósticos e 299.489 vítimas da doença.











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