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:: 9/jul/2020 . 11:42

Saúde: Falta de exercícios aumenta risco de trombose durante isolamento social

Tabagismo, obesidade e gravidez são fatores agravantes.

Novos sintomas e complicações ligados ao novo coronavírus (SARS-CoV-2) têm surgido com regularidade desde que a pandemia começou. Especialistas notam aumento de casos associados a formação de coágulos e tromboses, sendo frequente entre pacientes que evoluem para a forma mais grave da Covid-19.

Segundo o cirurgião vascular e angiologista da Clínica Angioclam, Sérgio Possídio, a redução de atividades físicas contribui para o agravamento do quadro da doença. “É importante que as pessoas na medida do possível mantenham algum grau de atividade aeróbica no domicílio”, recomenda o especialista.

A orientação atende ao alerta da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (Sbavc), que recomenda durante o período de isolamento social a manutenção de uma rotina saudável.

Apesar das visitas ao angiologista e ao cirurgião vascular serem mais comuns a partir dos 50 anos, devido a uma maior incidência de sintomas relacionados a especialidade, hábitos alimentares e de qualidade de vida podem impactar diretamente na saúde vascular de jovens e adolescentes.

Durante o isolamento social, especialistas sugerem atenção com a falta de consumo de fibras e o excesso de carboidrato, gordura e sódio na alimentação.

“Uma coisa que temos visto atualmente com a pandemia é o aumento de peso das pessoas, o que evidencia a trombose. O repouso prolongado e estático das pernas é um risco. Os sintomas mais comuns são dor, edema, vermelhidão e calor local”, relata Possídio.

O exame diagnóstico mais utilizado para detectar a trombose é o Ultrassom Doppler, disponível para os pacientes da Angioclam.

Os tipos de trombose são:

Trombose venosa – o mais comum. Acontece quando o coágulo de sangue bloqueia uma veia. Estima-se que cerca de 180 mil novos casos de trombose venosa surgem no Brasil a cada ano, sendo que ela também pode causar embolia pulmonar.

Trombose arterial – ocorre quando o coágulo de sangue bloqueia uma artéria. Acidentes vasculares cerebrais (AVCs) e infartos podem ser consequências de tromboses arteriais. Esse tipo costuma ser mais grave do que a venosa.

Boa notícia: Vacina do Butantan contra o coronavírus entra na terceira fase de testes

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou hoje que a vacina contra o coronavírus desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com a Sinovac obteve autorização para iniciar a terceira fase de estudos clínicos.

Doria divulgou a novidade em seu perfil oficial do Twitter, informando que a autorização foi dada pela Conep (Comissão Nacional de Ética em Pesquisa), do CNS (Conselho Nacional de Saúde). Nessa fase, a vacina poderá ser testada em um grupo maior de pessoas.

Pelo acordo com a Sinovac, 60 milhões de doses estarão disponíveis a partir de setembro, mas a distribuição só ocorrerá uma vez que a eficácia da vacina for comprovada e houver o registro. Na segunda-feira (6), após obter aval da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária, o governo de São Paulo já havia dito que os testes da CoronaVac vão começar no dia 20 de julho.

Somente profissionais da saúde vão participar dessa fase de testes e as inscrições abrem na próxima segunda-feira (13).

O estudo clínico envolverá 9 mil voluntários distribuídos nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná, além do Distrito Federal. Parte delas receberá a vacina e outro grupo deve receber um placebo, sem efeito. O objetivo é verificar se há o estímulo à produção de anticorpo para proteção contra o vírus.

Expectativa

Anteontem, o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, disse à CBN que acredita que a vacina já estará disponível no começo do ano que vem. Covas classificou a vacina como uma “nova esperança” e disse que ela está numa fase adiantada de seu desenvolvimento.

Segundo ele, estudos preliminares mostram que ela consegue dar proteção acima de 90% aos indivíduos. “Particularmente estou muito otimista em relação à disponibilização dessa vacina aqui pro Brasil no final desse ano, começo do ano que vem”, afirmou.











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