A gestão Crivella foi denunciada inúmeras vezes nos últimos dias ao Grupo Pela VIDDA. Acontece que remédios para o tratamento de HIV estão em falta na saúde pública da cidade pela primeira vez desde a década de 90.

A distribuição do medicamento é vital, uma vez que sem ele, soropositivos podem ter queda de imunidade, consequente desenvolvimento de AIDS (e aí sim, correr risco de morte!), além de colocar todo restante da população em risco, uma vez que quem se medica não transmite o vírus a outras pessoas.

Segundo publicado pela Revista Forum, a maioria dos casos denunciados de falta do medicamento são dos bairros do Catete, Copacabana e Gávea, na zona sul carioca.

Cobrada, a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro informou que haverá um plantão na farmácia do Centro Municipal Dom Hélder Câmara, em Botafogo, e que os pacientes devem regressar às unidades para serem orientados sobre a retirada da medicação.

A Secretaria também justificou o erro de gestão que levou à falta do retroviral, alegando problemas durante a transição de sistemas em alguns postos, já que a Prefeitura assumiu, nesta semana, o controle de 75 unidades que estavam sendo administrados pela organização Viva Rio desde 2014, e prometeu que “as dificuldades não serão encontradas a partir de agora”.

Fonte de Informação: site Põe na Roda

Também conforme lembrou a reportagem da Revista Forum, o presidente Bolsonaro, aliado de Crivella, afirmou no início do mês em uma declaração lamentável e preconceituosa, que “pessoas com HIV são uma despesa para o Brasil”.