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:: 28/ago/2019 . 20:33

FATALIDADE: Cantor baiano morre após cair da varanda de casa

POR: VN

O cantor e compositor baiano Edilson Dhio morreu na última segunda-feira (26), após cair da varanda de casa no município de Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador. O artista chegou a ser socorrido e apresentou uma leve melhora no quadro de saúde, porém não resistiu aos ferimentos.

Dhio ficou reconhecido após compor o jingle da TV Sudoeste, afiliada da TV Bahia. O sepultamento do artista ocorreu na última terça-feira (27), no Jardim da Saudades.

Em nota, a Prefeitura de Vitória da Conquista lamentou o falecimento do músico conquistense e se solidarizou com os familiares e amigos.

Relembre a música!

ILHÉUS: Familiares de crianças que morreram no Hospital Vida Memorial fazem protesto

POR: GUSMÃO

Familiares de crianças que morreram no Hospital Vida Memorial, pactuado pela secretaria de saúde de Ilhéus, protestaram na tarde desta quarta-feira, 28, nas ruas do Centro e na Câmara de Vereadores.

O objetivo foi chamar a atenção da cidade para o atendimento pediátrico de qualidade duvidosa prestado pelo governo Mário Alexandre. Os manifestantes também pediram a exoneração do secretário municipal de saúde, Geraldo Magela, e a instalação de uma UTI neonatal.

No início deste mês de agosto, dois meninos (Leon e Lorenzo) faleceram nas dependências do hospital em circunstâncias ainda não explicadas pela secretaria municipal de saúde. Geraldo Magela disse ao BG que iria designar técnicos da secretaria de saúde para investigar os óbitos. O Diário Oficial do Município não publicou qualquer ato administrativo nesse sentido.

Tentamos ouvir o secretário sobre o protesto, mas ele não respondeu nossas mensagens.Também entramos em contato com a direção do Vida Memorial e aguardamos retorno.

Segundo Uildson Nascimento, ex-diretor de planejamento da secretaria de saúde e crítico ferrenho de Magela, o secretário “não tem autonomia e se porta como ventríloquo uma vez que cumpre tarefas pré-determinadas”.

Segundo o ex-diretor, Magela é apadrinhado do secretário estadual de saúde, Fabio Vilas-Boas, por isso, Marão tem medo de exonerá-lo.

Morte de crianças causa indignação.

 


IBGE: Apenas Ilhéus teve perda de habitantes entre os 10 municípios mais populosos da Bahia

POR: O Tabuleiro

A estimativa da população brasileira divulgada nesta quarta-feira (28) mostrou que entre os 10 mais populosos municípios baianos apenas Ilhéus teve perda de habitantes. A cidade do Litoral Sul baiano diminuiu cerca de 1,52% da população. Em 2018, a estimativa era de 164.844 e neste ano ficou em 162.327. A capital baiana Salvador teve aumento de 0,52%, saindo de 2.857.329 para 2.872.347 em 2019.

O segundo município mais populoso, Feira de Santana, aumentou de 609.913 para atuais 614.872, acréscimo de 0,83%. A terceira cidade com mais moradores no estado, Vitória da Conquista, teve 0,80% de crescimento. Saiu de 338.885 para 341.597 habitantes.

A lista segue como Camaçari (+1,84% e população atual de 299.132), Juazeiro (+0,70% população atual de 216.707), Itabuna (+0,22% pop. atual de 213.223), Lauro de Freitas (+1,71% pop. atual de 198.440), Ilhéus (-1,52% pop. atual de 162.327),Teixeira de Freitas (+1,3%  pop. atual de 160.487)e Jequié (+0,10% pop. atual de 155.800).

As estimativas do IBGE são projeções feitas pelo instituto divulgadas ano a ano. O Censo Demográfico previsto para 2020 deve revelar dados mais precisos sobre as populações. No método, agentes censitários percorrem as cidades e fazem a contagem dos habitantes.

IBGE: Brasil ultrapassou a marca de 210 milhões de habitantes

A população do Brasil ultrapassou a marca de 210 milhões de habitantes, de acordo com dados levantados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicados nesta quarta-feira pelo Diário Oficial da União. A estimativa considera o total de habitantes nos estados e municípios em 1º de julho de 2019.

O novo total (de 210.147.125 habitantes) representa uma alta de 0,79% em relação às informações obtidas pelo IBGE no ano passado. Em 2018, a estimativa era de que o país abrigava 208,5 milhões de pessoas.

O crescimento identificado este ano foi menor do que o registrado entre 2017 e 2018 (0,82%). Dos 5.570 municípios do país, 28,6% apresentaram redução populacional no último ano. E aproximadamente metade deles (49,6%) cresceu entre zero e 1%. O restante (4,8%) apresentou alta igual ou superior a 2%.

As maiores reduções ocorreram nos municípios de Mulungu (no Ceará, -16%), Japurá (no Amazonas, -15,6%) e Ferreiros (em Pernambuco, -15,6%).

Na divisão por regiões, a mais populosa é a Sudeste (88,3 milhões de habitantes), seguida pelo Nordeste (57 milhões); Sul (29,7 milhões); Norte (18,4 milhões) e Centro-Oeste (16,2 milhões).

O IBGE divulgou ainda a projeção populacional estimada para cada unidade da federação.

São Paulo, o estado com a população mais numerosa do país, teve uma alta de 0,83% e chegou à projeção de 45,9 milhões de habitantes (no ano passado, havia 45,5 milhões). O território paulista concentra 21,9% do total de habitantes do país.

Segundo estado mais populoso, Minas Gerais atingiu projeção de 21,16 milhões de pessoas (eram 21,04 milhões em 2018). A estimativa cresceu 0,61% entre os mineiros.

Rio de Janeiro, o terceiro colocado, abriga 17,26 milhões, de acordo com a projeção. Há um ano, o número era de 17,15 milhões (houve crescimento de 0,61%). A Bahia, quarta unidade mais populosa, tem projeção de 14,87 milhões — o equivalente a uma alta de 0,41% em relação a 2018, quando o número foi de 14,81 milhões.

A unidade da federação menos populosa é Roraima, com 605,7 mil cidadãos atualmente (o equivalente a 0,3% do total de habitantes do país). Houve, no entanto, um crescimento significativo em relação a 2018, quando o estado tinha 576,5 mil habitantes. Uma das razões para o aumento de 5,1% — o maior entre todos os estados — seria o fluxo migratório, já que Roraima tem recebido muito venezuelanos.

Também na região Norte, junto com Roraima, estão os outros dois estados menos populosos: o Acre (com 881,9 mil pessoas) e o Amapá (845,7 mil pessoas).

Em relação aos municípios, a projeção do IBGE identificou que as 27 capitais dos estados reúnem 23,86% da população brasileira — o equivalente a mais de 50 milhões de pessoas.

A capital mais populosa é São Paulo (12,2 milhões de pessoas), seguida por Rio de Janeiro (6,71 milhões); Brasília (3 milhões); Salvador (2,8 milhões); Fortaleza (2,6 milhões); Belo Horizonte (2,5 milhões); Manaus (2,1 milhões); Curitiba (1,9 milhão); Recife (1,6 milhão); Goiânia (1,5 milhão) Belém (1,4 milhão); Porto Alegre (1,4 milhão); São Luis (1,1 milhão) e Maceió (1,01 milhão).

O restante das capitais tem menos de 1 milhão de habitantes. A menor delas é Palmas, no Tocantins, com 299,1 mil pessoas (2,49% a mais do que em 2018). Capital do Rio Grande do Sul, Porto Alegre é a 12ª mais populosa e teve o menor crescimento este ano entre as 27 (0,32%). A alta mais expressiva ocorreu em Boa Vista, em Roraima (6,35%).

Entre os 17 municípios que ultrapassam a marca de 1 milhão de habitantes, 14 são capitais. Também integram a lista: Guarulhos (na região metropolitana de São Paulo, com 1,37 milhão de pessoas); Campinas (no interior paulista, com 1,2 milhão) e São Gonçalo (na região metropolitana do Rio, com 1,08 milhão).

A lista de municípios mais populosos inclui ainda, acima da marca de 500 mil habitantes, São Bernardo do Campo e Santo André, com 838,9 mil e 718,7 mil habitantes, respectivamente. Os dois municípios integram a região metropolitana de São Paulo, a maior do país, com 21,7 milhões de habitantes.

Na região metropolitana do Rio, a segunda maior, vivem 12,8 milhões de pessoas. Nela, estão localizados dois dos municípios mais populosos do país: Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, com 919,5 mil e 821,1 mil pessoas, respectivamente.

Entre os locais em que há menos habitantes, o IBGE destaca as projeções de três municípios: Serra da Saudade (em Minas Gerais, com 781 pessoas), Araguainha (MT, com 935) e Borá (em São Paulo, com 837).

‘La Casa de Papel’: Netflix relança episódios com participação de Neymar

Nada de futebol, desta vez. Agora, Neymar se tornou monge… pelo menos em La Casa de Papel. Nesta terça-feira, 27, a Netflix relançou dois episódios da terceira temporada da série, cuja estreia ocorreu em julho, com a participação especial do craque como o monge João.

O jogador aparece no sexto episódio, a partir dos 3min53s, e no último, a partir do 1min59s. Ambas participações ocorrem durante flashbacks, quando Berlim (Pedro Alonso) e Professor (Álvaro Morte) estão em um mosteiro na cidade de Florença, na Itália, elaborando o plano do magistral – ou nem tanto – assalto ao Banco da Espanha.

Na segunda cena em que aparece, o monge João revela a Berlim suas origens paulistas. O bandido, deslumbrado, dispara uma série de elogios ao Brasil e a conversa começa a esbarrar na vida real de Neymar. “As festas, a magia, o futebol…”, diz Berlim sobre o país. “Não gosto de futebol, nem de festa”, responde o monge. “Mas sabe que tipo de futebol o Brasil joga”, continua o criminoso, ao que o personagem de Neymar completa “(Futebol) bonito”. Berlim concorda. “Exato. Jogam bonito, sem medo. Não pensam no que pode dar errado.”

O astro usou o Twitter para agradecer a oportunidade, junto com um vídeo no qual aparece tirando a famosa máscara de Salvador Dalí, símbolo registrado da gangue de bandidos da produção.

Em maio, o ator divulgou uma foto ao lado dos atores de La Casa de Papel Jaime Lorente e María Pedraza – Denver e Alison Parker, respectivamente. A dupla também está no elenco principal de Elite, produção da Netflix que acompanha a rotina dos alunos de uma escola privada na Espanha.





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